"Roupas"
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010 by Peter
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010 by Peter
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segunda-feira, 25 de janeiro de 2010 by Beto
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domingo, 24 de janeiro de 2010 by Teuso
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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010 by Peter
Viver é ter experiências. Vivo dizendo aqui que sou/somos resultado das experiências que vivenciamos.
Agora, o que faz com que nós sejamos nós mesmos? Nossas experiências? Nosso corpo? Nossas idéias?
Se eu tirar as experiências que tive, ainda continuarei existindo, ainda serei eu. Se tirar um braço, uma perna ou um pulmão, continuarei sendo eu mesmo. Se não tiver idéias, continuarei existindo.
Sozinhas as experiências não são nada além de memórias. Um braço sem um corpo não faz uma pessoa. Uma idéia sem uma ação não faz uma reação. Agora, quando misturados, os elementos criam um novo elemento: eu.
Sei que existo. Sei quem eu sou. Estou certo disso.
Da certeza há a dúvida. E sem dúvida não há certeza.
Há momentos em que somos certeza, e não sabemos que somos dúvida.
Há momentos em que somos dúvida, desejando que fôssemos certeza.
Da dúvida, o anseio pela certeza. Da certeza, o medo da dúvida.
A bem da verdade não sabemos quem somos. O que nos contrói.
Somos o resultado de muitos fatores. Somos um corpo, resultado de uma atividade biológica, ao mesmo tempo em que somos sonhos. Irreais, imaginários.
Ouvi dizer que “o todo é a soma das partes”. É mesmo. De quantas partes? Para que saber?
Continuarei sendo o todo, o resultado das partes.
Viver é somar. É ir juntando pedaços de coisas que vão, aos poucos, construindo quem você é. Somos arquitetos da nossa existência.
Se estou vivendo uma dúvida, junto um pedaço de experiência, com um pouco de reflexão. Aos poucos vou adicionando o tempo necessário, e, no final, junto a situação. Viverei a certeza.
Somos objeto de nós mesmos. Construímos o que estiver pronto para ser construído, e, pode ter certeza, nossa vida está pronta para ser construída. Por nós mesmos.
Quem realmente somos? Somos o todo. A soma das partes. Impermanentes. Presentes.
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quinta-feira, 31 de dezembro de 2009 by Beto
Estar abstinente de emoções era sua maior vontade. A vontade de se isolar e acreditar que poderia ser completo na sua solidão. Pudera, seus momentos de maior compreensão do interior estavam presentes nessas lacunas, as velhas lacunas do seu quarto.
Sentado na janela, crendo que seu violão era seu maior parceiro desligou o rádio e trancafiou a mente na tela widescreen, tentando decifrar os mais de mil códigos que seu cérebro codificava acerca de seus anseios.
A véspera de datas como a presente faz com que uma reflexão macro faça parte de nosso oceano de lamúrias. Confesso que as datas de fim de ano nunca me alegraram, também confesso que o espírito de união familiar tem estado muito distante de mim.
Atualmente me contento com pequenas coisas, pequenos gestos onde a finalidade de ficar sozinho tem por foco o simples ato de entender o que me estufa o peito. Ainda hoje fiz um retrocesso de alguns pensamentos e vi que muitas coisas em minha vida ainda estavam vagas, que muitas decisões poderiam ter sido diferentes, que muitas respostas mereciam a escolha de novas alternativas.
Mesmo que a intenção de fazer tudo diferente esteja muito presente em mim, sei que a prévia de uma virada de calendário sempre exalta as falhas do ego e os buracos de nossa auto confiança, afinal é o momento da reciclagem... o momento de reiniciar a busca do ápice em nossos pilares, a eterna busca da satisfação.
Estar abstinente de emoções facilita, e muito, a tomada de novas decisões, de escolher as novas metas para o ano que seguirá, de realizar previsões sobre o que poderá acontecer e traçar alternativas... um determinado contorno para esses riscos calculados.
Meu maior desejo no momento é passar uma virada de ano sozinho... sem deixar de ser levado pelas emoções alheias... o falso desejo de feliz ano novo daquelas pessoas que você nem conhece, daquele abraço vazio, sem graça nem calor humano suficiente para te animar.
Não é tristeza, não é depressão... muito longe disso. Acredito que quando estamos bem podemos ser felizes sozinhos. E é o que sinto! O que gera minha felicidade está ao meu alcance o tempo todo. Seja a oportunidade de tocar um a bela música ou ler um bom livro, costumes que lavam a alma.
Sei que não é a melhor escolha tendo em vista a realidade de família que vivemos, face ao cumprimento de agenda a que estamos submetidos. Para alguns pode ser egoísmo, para outros até uma angústia mal resolvida, porém para outros a felicidade quando encontrada, pode estar a um simples gesto, um gesto de descanso. Sigo por aqui. Sozinho... até quando? Não sei! Longe do stress e do barulho, sigo minha celebração, a festa da minha alma, o conhecimento aprofundado daquilo que me diz respeito à realização pessoal.
FELIZ 2010!!!
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quinta-feira, 24 de dezembro de 2009 by Beto
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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009 by Peter
Essa idéia eu venho digerindo desde o início do ano, e acho que agora é o momento.
Como administrar uma expectativa? Devo deixar claro que a ótica do texto não é voltada para as expectativas que temos em relação aos nossos planos, e sim as expectativas que os outros tem em relação a gente. Não vou ser hipócrita ou demagogo de dizer que vivo apenas conforme as minhas expectativas. Sinceramente, na minha humilde opinião, quem vive assim é irresponsável e imaturo. Não vamos esquecer que temos parentes que contam com a gente, um chefe que nos contratou por algum motivo e paga nosso salário, um amigo que espera o nosso ombro em um momento ruim ou um parceiro(a) que aguarda o momento em que chegamos em casa para "fazer um programa a dois". Aliás, vale a reflexão: o homem só cresce (no sentido de amadurecer) quando percebe as expectativas que os outros tem sobre ele e as administra, assumindo a responsabilidade pelos seus atos. Uma vida em sociedade pressupõe que as pessoas tenham expectativas umas sobre as outras. O pedestre tem expectativa de que o motorista do carro irá parar no sinal vermelho, para que ele possa atravessar. É assim e ponto. Se alguém não concorda tente me convencer. Viver é uma arte complexa e enriquecedora. Enriquecedora do ponto de vista em que sempre poderemos aprender com alguma situação. Complexa pois vivemos equilibrando as nossas expectativas e anseios com as expectativas, anseios e atitudes dos outros (para informações complementares sobre o diálogo interno do cidadão, leia Equilíbrio). Acontece que em diversos momentos, somos surpreendidos com atitudes hostis em relação ao nosso posicionamento. Isso acontece quando a nossa própria atitude vai contra a expectativa de alguém. Nesse momento é que surge o dilema: como administrar expectativas? Minhas atitudes serão 100% assertivas a partir do momento em que eu souber o que o outro espera de mim. Exemplo: em um relacionamento o cara manda mil mensagens para o celular da namorada, o dia inteiro. Ele acha que está demonstrando carinho. Ela acha que ele está demonstrando insegurança. A expectativa dele é querer agradar. A expectativa dela é se sentir segura. A atração vai aos poucos desaparecendo. Se um soubesse da expectativa do outro, certamente o desenrolar da história seria diferente. Se eu sei o que alguém está esperando de mim, a atitude ecologicamente correta é:Fale para seu parceiro(a) o que você espera dele(a)... quais as atitudes... fale para seus empregados o que você espera deles... seu rendimento... fale para seus amigos... fale com seus parentes... fale com desconhecidos...
Quando alguém falar com você, tente satisfazer a expectativa do outro... e crie um círculo virtuoso.
Agora, há um problema: e quando a pessoa não sabe qual é a sua expectativa? Para quem não sabe onde quer chegar, qualquer caminho serve? Aguardem outro post sobre o tema. Abraço!
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by Teuso
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sexta-feira, 27 de novembro de 2009 by Peter
Não por pouco eu divido este espaço com dois grandes amigos: Beto e Teuso.
O aniversário de um já passou, e agora chega o aniversário do outro. E, mais uma vez, quem ganha o presente sou eu.
Existem muitas pessoas neste mundo. Algumas são nossas conhecidas, outras são nossos parentes e alguns poucos podemos chamar de amigo.
Amigo.
Palavra que é banalizada no dia-a-dia, em um mundo que as pessoas vivem de favores e criam "amigos" por mero interesse...
Agora, amigo de verdade, ahhh.... esses são poucos. Que bom. Há quem diga que o que é pouco é mais valorizado.
Não sei. Sei que valorizo enormemente os amigos que me cercam.
Hoje um grande amigo faz 25 anos. Um quarto de século de histórias, que devem ser guardadas dentro dos corações de quem as viveu.
25 anos de vitórias e derrotas. De títulos conquistados (e não estou falando apenas de 2006). De superação. De amadureccimento. De crescimento.
Muitos foram os churrascos, as conversas, as gargalhadas. Também foram alguns momentos de desabafo, de confissões e de ajuda.
É assim que uma amizade é feita. É construída aos poucos, com momentos bons e ruins, assim como as coisas que acontecem em nossa vida. É isso que amizade é: vida. Verdadeira. Inspiradora.
É Teuso... mais de uma década se passou desde que viramos amigos. Muito aprendi contigo e tenho certeza que tenho muito mais para aprender.
Esse teu jeito verdadeiro, único, determinado, maduro, consciente, livre e presente servem de inspiração para mim e muitas das pessoas que te cercam...
Como já disse, amigo não deve ser descrito em palavras... e bem que eu tentei.
Parabéns amigo e obrigado pelo presente que é essa amizade.
A Europa será pequena!
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domingo, 22 de novembro de 2009 by Beto
Fácil não é, porém poucos estão dispostos a fazerem sacrifícios (fora da rotina) em prol do benefício do(a) amado(a). Atitudes simples podem fornecer a combustão necessária para que a rotina não tome forma e vire um agregado, assim com sogra, cunhado, cachorro...
Sexta feira , ao realizar de carro um trajeto pessoal, me deparei com um roteiro que usualmente faço. Pensei que, assim como a rota que meu cérebro traçou, fazemos coisas muito mais automáticas e delicadas com o outro (amante). A forma de atender ao telefone, o jeito de receber um agrado, a maneira de como elogiar o seu cabelo, o tino de perceber como ela se arrumou para você. Podemos não notar, mas elas NOTAM! Se o piloto automático é mode ON, a cegueira necessita ser mode OFF. Para preservar algo, a reengenharia precisa estar presente do mesmo modo que lugares e programas precisam ser editados (pouco repetidos).
A mesmice, comumente falada, afeta todos os namoros, desde os sub até os desenvolvidos. É uma questão de tempo, de assimilar, de entender as diferenças temporais bem como os picos de humor.
Sexta feira presenciei uma cena em que um casal (faixa dos 34 anos), aparentemente apaixonados, discutiram (explicitamenmte) por besteira. Levantaram-se pagaram a conta (palavrões no ar) e foram embora distanciados um do outro, de modo que no meio de ambos houvesse espaço para o início de um novo casal. Discussões como essas infelizmente são normais, problemas de compreensão são inevitáveis, o que não pode ocorrer é a abstenção da reengenharia.
Flores em plena segunda-feira, uma ligação fora do horário comum, um e-mail dedicado, uma carta escrita à mão, um bombom escondido na gaveta, um post it na porta do closet, um alarme no celular. Diversas formar de começar do zero estão evidentes aos praticamente de um namoro antigo-atual.
Quem está disposto a conceder esses novos sentimentos certamente terá pela frente uma tranqüilidade maior se houver o interesse de amar infinitamente. Presentes como esses não custam, são fáceis de encontrar e estão a disposição de qualquer um.
O romantismo está presente, as oportunidades de ser feliz idem, resta a você saber utilizar as ferramentas para provocar suspiros, elaborar surpresas e o melhor, alimentar a saudade!
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segunda-feira, 9 de novembro de 2009 by Peter
O que é a verdade? É a "iluminação". É a solidez das idéias. A clareza do pensamento. A resposta definitiva aos questionamentos. É a conclusão.
Nem sempre a verdade é bonita e limpa. Há momentos em que a verdade é tão suja que não a vemos como verdade. Negamos a verdade insconscientemente.
Somos seres humanos, portanto, pensantes (supostamente). Deliciosamente vivemos nossa vida escolhendo caminhos e buscando pelo prazer. Seja um bem novo, uma idéia que nos complete, um ideal, um sonho. Uma festa, um hábito, um padrão de vida. Um sorriso. Amigos. Vivemos buscando preenchimento.
E a velha máxima: pessoas são pessoas. Somos completamente incompletos. Buscamos a verdade em nossa vida pois nossa vida é incompleta.
É ou não é? Sempre há algo novo para buscarmos. Sempre há um novo sonho esperando para ser realizado.
E pessoas incompletas vivem. Vivem buscando ser/ficar/estar completas.
Algumas pessoas (e por que não todas) acabam completando a si mesmo nos olhos de outras pessoas.
Amigos com interesses comuns completam. Um(a) parceiro(a) completamente diferente completa. Uma torcida completa.
Moral da história: completamos uns aos outros.
Até aí tudo muito bonito e simples.
Questão: e se o outro que nos completa não está na mesma sintonia que a gente? E se a peça que falta para fechar nosso quebra cabeça tiver formas diferentes do espaço que falta no tabuleiro?
É meus caros. A vida não é facil.
Quando tratamos de relacionamentos geralmente nos deparamos com essa questão. Duas pessoas em situações completamente diferentes.
O que os homens querem? O que as mulheres querem?
Homens querem companheirismo. Como? Através de mulheres bem resolvidas.
Mulheres querem segurança e estabilidade. Como? Através de homens profundos, livres e presentes.
Se o casal não se dá conta do que um ou outro precisa, a língua falada pelos amantes será completamente indecifrável.
As palavras poderão ser parecidas. O sexo poderá ser interessante. A presença do outro poderá trazer conforto.
Temporariamente.
Algo estará faltando.
Conexão.
Atração.
Aquela coisa que faz com que os relacionamentos sejam sentidos/vividos, e não explicados.
Homens e mulheres que não se entendem podem até estar felizes. Agora, o mais importante: ELES NÃO SERÃO FELIZES.
É meus amigos, essa é a verdade nua e crua. Dificilmente percebida por muitos, mas sentida por quase todos nós.
Quem nunca sentiu estar em um relacionamento em que a conexão estava fraca? O elo estava rompido? Que em alguns momentos era bom, mas em outros não?
Homens precisam ser homens. Mulheres precisam ser mulheres.
Homens precisam ser estáveis, seguros, produndos, livres. Precisam conduzir as mulheres em todas as suas formas. Precisam saber trabalhar com suas expressões. Precisam entender sua energia.
Mulheres precisam ser companheiras. Precisam liberar seu feminino sem medos. Precisam ocupar o lugar que só cabe a elas em uma relação. Precisam ser a explosão que são, sem limites.
A mulher dá o gás. O homem dá a condução.
Relacionamentos assim preenchem os amantes.
Amantes preenchidos acabam por preencher as pessoas que os cercam... e o mundo cresce.
Evolui.
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segunda-feira, 19 de outubro de 2009 by Beto
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segunda-feira, 5 de outubro de 2009 by Teuso
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segunda-feira, 28 de setembro de 2009 by Peter
Por que cargas d'água (e nos últimos dias houve muita chuva) eu resolvi falar sobre isso pouco ou nada importa.
Leiam como uma continuação dos últimos tópicos recorrentes aqui do site (que anda um pouco parado). Falta de orientação. Eis o algoz da atualidade. Em um mundo marcado por redes sociais, infinitas oportunidades, milhares de distrações e velocidade nas escolhas, o que realmente tem imperado é um senso comum de falta de orientação. Sim, posso até definir com um resultado cármico coletivo. E como todo carma é passível de mudança (afinal, nada neste mundo é permanente - muito menos o permanente dos cabelos!). Pois bem, aleijado o efeito negativo, regozijemos-nos com a benece que uma mudança de foco nos propicia. Percebo a maior parte do mundo como pessoas/sociedades/grupos sem orientação. Por orientação digo "o caminho para um objetivo". Tenho visto um caminhão de gente que simplesmente vive suas vidas sem a menor preocupação com os seus objetivos. Mas tche, olhe para dentro de ti mesmo! Quando eu não tenho um objetivo, ou não sei quem eu sou, qualquer lugar serve, qualquer idéia é boa, qualquer conselho é aceito. É como deixar um barco com o motor desligado à simples mercê das marés! O homem (e a mulher também) precisa ter objetivos. Ter sonhos. E precisa ter orientação para seguir os seus sonhos. Aquele que sabe onde quer chegar saberá qual caminho escolher. E com certeza será feliz no caminho. Vejo muitas pessoas infelizes sem saberem o por quê (e não critiquem se o uso gramatical do por quê está incorreto - não ligo a mínima!). Sofrem por motivos algumas vezes fúteis e inúmeras vezes bobos. O sofrimento (infelicidade) dá-se devido ao fato de que estas mesmas pessoas esqueceram quem elas são: quem sou eu? Quais são meus objetivos? Quais são meus sonhos? O que me faz bem? Como eu sou? Como eu me percebo? Quando elas esquecem quem são, qualquer olhar gera insegurança, insatisfação, medo, angústia, tristeza e pesar. O mundo de fora vale mais do que o mundo de dentro. Ainda bem que isso é MENTIRA! Essas mesmas pessoas tristes são completa e irradiantemente felizes. Como? Elas podem mudar sua situação. Podem mudar o foco. Podem substituir a lágrima por um sorriso. Como? Olhando para dentro de si mesmas! Claro, a tarefa é difícil. Veja bem: DIFÍCIL, E LONGE DE SER IMPOSSÍVEL. Estou triste? Infeliz? Com dúvidas? Simples. Deixo de olhar para fora e olho para mim mesmo. Olho-me no espelho. Vejo que tenho um mundo de oportunidades, e sou feliz por poder aproveitá-las. Sou feliz pois tenho liberdade de escolhas. Sou alegre pois tenho pessoas que gostam de mim do jeito que eu sou (nem que essa pessoa seja eu mesmo). Tenho a certeza de que poderei escolher fazer o que me dá/traz liberdade. E terei escolhido o certo. Isso é orientação. É seguir aquilo que tu espera/deseja/quer/sonha. Basta mudar o foco e veremos que podemos escolher ser felizes com aquilo que realmente queremos. Com aqueles que realmente nos fazem bem. Com nossa liberdade. Com nós mesmos. E sendo felizes (seguindo nossas orientaçãoes) estaremos criando um estoque de virtudes que mudarão o carma coletivo: sigo meu caminho e tu estará sendo beneficiado. Se não conseguires fazer isso, relaxe. Eu estarei seguindo o meu caminho, e em algum momento tu será beneficiado. Abração.Posted in: Crônica, Peter | 6 pagaram bem... | |
terça-feira, 22 de setembro de 2009 by Peter
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É possível afirmar, sem medo de errar, que o dilema entre fazer o que é certo e fazer o que é bom é o problema mais antigo e, ainda assim, mais atual que uma pessoa pode enfrentar. A situação é comum a todos e acontece das mais variadas formas. Imagine que eu estou caminhando na calçada e vejo cair do bolso da pessoa à minha frente uma nota de cinqüenta reais. Eu pego a nota e guardo para mim, ou devolvo para a pessoa? O “certo” seria devolver para a pessoa. O "bom” seria ficar com o dinheiro para mim. É um dilema. Mas e se eu sou uma pessoa muito pobre e minha família passa fome, e a pessoa na minha frente é um rico empresário prestes a entrar na sua mercedez-benz? O fato de eu ficar com o dinheiro torna-se "menos errado” nesses casos?
Ao admitir que sim, estou relativizando o que é “certo” e o que é “errado”, isto é, afirmando que somente podemos dizer se algo é "certo” ou “errado” diante de um caso concreto. É justamente com base nesse argumento que dizem por aí, como se fosse uma verdade por anos escondida na obviedade, e sempre manifestada em um tom de voz que sussura um "relaxa, cara!", que "não existe certo e errado", que essa idéia de "seguir as convenções da sociedade” é coisa do passado, que “a nova moral é ser feliz".
O problema é que, não saber o que é certo ou errado em determinada situação, ou não querer fazer o que é certo, não significa que não haja uma coisa certa a ser feita. Mas isso não quer dizer que devemos nos curvar aos padrões morais da sociedade e sujeitar nossa felicidade a isso. A vida não é fácil, mas, por outro lado, ninguém disse que seria. Contudo, fazer essas escolhas não é o mais difícil. A sacanagem da vida (e do livre-arbítrio) está justamente em fazer escolhas e conseguir conviver com elas.
É justamente aí que a coisa toda começa a fazer sentido. Certo e errado existem, sim. Sinto muito, engula o choro e aceite! Mas o que é “certo” e o que é “errado” é formado dentro de nós mesmos, e não algo que vem de fora. O nome disso é caráter. Nossa bússola moral, que aponta pro certo e pro errado em todas as situações, não importa sua complexidade. Por isso eu digo: em qualquer situação, seja você mesmo.
“Ah, mas eu só me fodo sendo assim!” Paciência. Assim como não é coragem quando não se tem medo, não é virtude quando é fácil ou bom.
Fazer a coisa certa é saber abrir mão do que é bom agora para ter o que é melhor depois. Fazer o certo, não porque os outros dizem que é, mas porque acreditamos que seja mesmo. Verdade que a nossa recompensa não se revela com a mesma facilidade e rapidez com que se consegue fazendo o que é “bom agora”, mas, lá na frente, o efeito é multiplicado e o reconhecimento por ter escolhido o caminho mais difícil invariavelmente ocorre. Ou pelo menos é assim que eu prefiro acreditar que seja.
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quinta-feira, 17 de setembro de 2009 by Beto
Muitas vezes me deparo com dúvidas simples, mas de grande resultado caso não calculadas ou quem sabe pesadas. Minhas dúvidas não são mais duvidosas que as de ninguém, mas sei que somente eu poderei resolvê-las. Chega a um ponto aonde conselhos não revertem tanto, afinal não se bate o martelo em terceira pessoa.
Um simples apoio na pia e, entre dois ou três manuseios notei a diferença entre as texturas envolvidas. Um viscoso, outro crocante, um verde ocre, o outro verde saudável. Certa ironia tomou conta do momento tendo em vista a fome que eu sentia, e o mais racional seria comer antes de pensar, afinal ambos me satisfariam.
As dúvidas, de certo modo, servem como um apoio para encontrarmos uma boa solução, ou até boas soluções. O que não gera dúvida não intriga, o que não intriga não é lembrado e o que não se lembra não tem valor. Certo que nem sempre é assim, porém diversas vezes me deparei com dúvidas banais, aonde de nada me adiantaria perder tanto tempo, tempo que outrora foi crucial para evitar tais dúvidas.
Meu paladar, alterado pela intensidade do jejum apreciou cada pedaço da folha, tornando-a saborosa, ao ponto de misturar sabores ou imaginar alimentos, sedento por uma degustação.
Alternar respostas sempre vale para imaginar um futuro no caso de cada escolha. Calcular o custo benefício geralmente é viável, porém nem sempre praticado. Sim, o coração toma conta e as dúvidas são sanadas de forma apressada. Com a proposta de acertar, nem sempre usamos todas as ferramentas, e desse jeito mudamos o rumo ou postura na tentativa e erro. Tudo bem, não é o certo, mas pensando pelo lado reacional, há um sentido lógico.
Gosto insosso, sabor desconhecido, nem bom nem ruim, apenas “gosto”. Lábios divididos, maxilar unido à mandíbula e saliva em circulação. Nesse momento sinto que um desejo toma conta de mim, fazendo jus ao ato de decidir o que fazer, ao que preparar para comer. Sim, sanduíche. Porém sem alface. O repolho? Guardei novamente, junto às minhas dúvidas não resolvidas, apenas ciente de que posteriormente será útil, tanto quanto sempre duvidar.
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domingo, 13 de setembro de 2009 by Teuso
Posted in: Esportes, Teuso | 2 pagaram bem... | |
Beto: torrado do sol, quase irreconhecícel...
Peter: cansado da lavoura.
Teuso: Steven Tyler. 24 anos de "auãããns". Treinador dedicado e treinador de Elifoot nas horas vagas.