sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Então é verão!

Verão Ah, o verão ... vem chegando o verão, e com ele o buffet urbano, aonde corpos são mostrados e revelados, embalados e besuntados. Mas ao contrário do que todos pensam, ainda estamos na cidade, e o que reluz não é ouro, sequer cenoura e bronze ou sundown, é suor meu amigo. O verdadeiro e salgado suor! Ah, o verão ... é época se sentir todos os odores juntos, de saborear todos os líquidos e fluidos. Há quem não goste do verão, pelo simplesmente andarem de transporte público e serem contemplados pelo exótico cheiro de ônibus. É pedreiro suado, é cearense vendendo cinto com textura de cajá ao som dos meninos cantando Leandro e Leonardo dizendo que poderiam estar roubando ou matando. Tudo isso no mesmo trem/ônibus, contemplado pelo aroma de espirro ou da saburra alheia... Meu jovem, isso é verão! são corpos molhados colados à roupa que revela a pizza embaixo da axila, são mãos engraxadas que resvalam pelo mastro fixo do transporte fazendo-o parecer um pistão de trator. É, 20º = garotas de calça á vácuo, 30º = garotas de saia, 40º = garotas de cinto ... Ah, o verão! Como é bom o verão, como é lindo ver aquelas bundas reluzentes tapadas pelas fraldas geriátricas, ou pelas calcinhas que levam o nome de fio-cheiroso. Ah, o verão! É tempo de confraternizar, é hora de happy hour, é hora de beber todas e chegar tarde em casa mesmo sem ter feito nada de errado, apenas depois de dizer todas as verdades na mesa do bar comendo picadinho de calabresa e lamentando estar casado na época mais fértil do ano. Ah, o verão! É época de passear na praia, ser indiscreto e comprar aquele óculos de visão 360º para que a namorada não desconfie do foco de visão, é cuidar a namorada para que tire os olhos da sunga do salva-vidas enquanto você vasculha algum corpo fazendo topless. Mas acredite, você não tirou férias ou sequer tirará! Você está na cidade, no caos asfaltado, aonde sofre choques térmicos seguidos a cada momento que sai de dentro do veículo. É época de receber aquela ligação do seu amigo que está na beira do mar ouvindo aquele som das ondas enquanto você está na parada prendendo a respiração para entrar no coletivo, para negar as moedas aos garotos que cantarolam sem parar, ouvir a crente que não pára de profetizar sobre uma suposto chupa-cabra, e tentar bater o recorde de apnéia, 30 minutos sem respirar... tudo para evitar a inalação daquele cheiro de zurrilho misturado com desodorante avanço ..

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Os Donos da Noite

Vamos tornar o blog um pouco mais interessante (culturalmente falando): faremos críticas de cinema (em cartaz e fora de). Os Donos da Noite (We own the night) – de James Gray - 2007 Ação/Policial – 120 minutos Nos primeiros dois minutos de filme eu já poderia ter ido embora, e, diga-se de passagem, MUITO feliz. O filme começa com uma cena em que Eva Mendes está no sofá, masturbando-se ao som de uma balada dos anos 80. Como qualquer homem normal, seu namorado (Joaquin Phoenix) vê a cena e decide “ajudar”, beijando os seios de Eva e com a mão lá-se-sabe-onde. Praticamente pelo número 68 (ou seja, antes de chegarmos ao 69) Joaquin (Bobby Green) interrompe, pois tem que trabalhar. Fato. O início vale o filme. Anyway, daremos seqüência. Bobby é filho desnaturado de policiais, que não assume sua família, buscando preservar o seu emprego de gerente de casa noturna. O filme gira em torno de um conflito pessoal de Bobby, se ele deve ou não ser informante da polícia (leia-se: do seu pai e seu irmão), na batalha contra traficantes que frequentam a casa que ele gerencia. Depois de muita violência e drogas, Bobby vive um inferno pessoal ao se tornar o cara mais procurado de Nova York. Podemos resumir o filme como um misto fantástico de sangue, tiros, drogas e Jack Daniels, regado a muita festa e conflitos internos. Pode-se dizer surpreendente. Surpreendente pelo fato de ser um policial com a tradicional receita de sucesso, adicionado com uma pitada de auto-ajuda, pois a história acaba girando em torno das escolhas que um homem deve fazer, com a descoberta da sua vocação e a defesa de sua honra (ok, aqui tudo volta ao piegas policial, mas mesmo assim é bacana). O final é o mesmo de sempre: tudo dá certo (até demais). Exceto pelo fato que Bobby fica sem sua Amada (sim, Amada é o nome de Eva Mendes – propício, não?). Moral da história: nunca, mas nunca deixe Eva Mendes na mão... Próximo filme vocês decidem: 1408 ou Beowulf?

domingo, 2 de dezembro de 2007

Como não...

Como não errar? Como não confundir? Como não fazer, acreditar, construir e viver? Como não partir? Como não iludir? Pensar? Como não falar? E ouvir, como não? Como não comer, beber, respirar, conduzir, dirigir, correr? Como não amar, beijar, abraçar, acariciar e satisfazer? Como não dormir? Como não descansar? Como não refletir? Como não se lê, se escreve ou se toca? Como não apreciar (ou conhecer)? Como não reconhecer? Como não elogiar, criticar, recomendar? Como não sentir, ensinar, aprender e acima de tudo, gostar? Como não desistir, construir, inovar, procurar, abstrair, conversar, rir, gargalhar, viajar, abduzir, insinuar, focar e admitir? Como não entediar, divertir, bisbilhotar, fofocar, julgar e decidir? Como não respirar? Como não viver? Como não ver? Como não assumir? Como não cancelar, gritar, quebrar, atender, servir, idolatrar, rezar? Como não dar valor? Como não ter limites? Como não iluminar? Como não ofuscar? Como não dançar, embelezar, apostar, blefar jogar? Como não cair, levantar, ajoelhar, acordar, alongar, forçar, relaxar, tentar? Como não limitar? Aproveitando. E transformando!

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Criatividade 2

Criatividade é escolha, e não uma dádiva... Sim! Isso é uma réplica, cabe a você leitor enquadrar-se em um dos tópicos. Para levantar essa afirmação é preciso muita criatividade? Não, se fosse “necessário” eu poderia não escrever, segundo meu colega de blog (abaixo eu poderia não ter essa dádiva de berço. Mas como afirmo o reverso, nado contra a maré e discordo até do óbvio, provarei que minha criatividade é uma escolha muito bem embasada, fundamentada em pilares de cerne. Qual sua primeira atitude se lhe pedisse para fazer uma relação de um gato com uma tábua de passar roupas? Complexo? Nada. A maioria das pessoas diria que não há semelhanças e ainda tripudiaria essa pergunta como tosca. Cabe a você leitor, decidir, você é criativo ou não? Vou lhe ajudar como ser criativo, não sou sábio, apenas sigo o estudo da mente alheia como objeto de melhoria. Sobre um gato e uma tábua de passar roupas, eu lhe diria que não existem semelhanças. Mas veja pelo lado racional, eu lhe pedi então seja criativo e me ajude, os dois têm quatro pés/patas. Pronto, aí está uma semelhança! Na sua mente brilhante tudo isso foi bloqueado e você se negou a responder meu pedido. Isso é o que acontece quando aceitamos negativamente tudo que parece diferente, bloqueamos nossa capacidade de contorno e isso nos torna nada criativos. Tente encarar tudo de diferente como uma forma de superação e faça valer sua criatividade. Nossa criatividade é uma qualidade/característica que deve ser exercitada e absorvida como parte da nossa força de vontade, da nossa intenção de responder ao lado físico. Bem, encerro aqui um exemplo básico para mostrar como ser criativo nada mais é que não se deixar bloquear pela preguiça ou falta de interesse. Quando recebemos toda tarefa com certo teor de desgosto, nosso lado criativo é deixado de lado dando lugar à recusa ou falta de inovação. Basta ter vontade, basta ser genuíno, basta ser criativo... Aliás, comentar esse post é uma atitude bastante criativa!

sábado, 10 de novembro de 2007

Criatividade

Criatividade é dádiva, e não escolha. Eu não nasço criativo, mas minha educação me faz assim. A dádiva vem de perceber esse potencial e utilizá-lo. Muita gente quer ser criativa, e funde a cuca pensando, mas não cria. Muitos querem seguir o normal, mas não conseguem, inovam. Muita gente tem absolutas condições de inovar, mas não percebe isso, consequentemente, não usa a criatividade que tem. Ta, mas e qual a razão de escrever sobre isso? Sei lá. Vai ver é falta de criatividade em bolar um tema, portanto, vamos ao cerne da questão! Ou não também. Vou falar sobre o uso da criatividade. Ou melhor, sobre o desuso. Sabemos do “jeitinho brasileiro”, uma pena que na maior parte do tempo o mesmo seja utilizado para o benefício de um em detrimento dos demais, ou para mascarar a realidade. A criatividade é uma faca de dois gumes (que ridícula essa frase, mas dane-se). Ao mesmo tempo que é benéfica é também uma arma. Queria eu que a definição de criatividade afastasse a sua aplicação com a sacanagem (excluindo durante o sexo, onde criatividade é só alegria). Ou melhor, criatividade podia ser antônimo ao marginal. O fato que leva alguém a ser bandido (lato senso), podia, também, afastar a criatividade dessa pessoa. Já que criatividade é dádiva, o bandido não poderia escolher ser criativo. Vamos combinar, dificultaria (ou ainda impossibilitaria) muita coisa. Por essas e outras sou avesso ao “jeitinho brasileiro”. Assim como sou avesso ao chuchu.

domingo, 28 de outubro de 2007

O tempo

O tempo como tempo real, o tempo como tempo ilusório .. jamais eh transmitido como um tempo aleatório, sem querer, sem saber, sem futuro ou mesmo um passado. Tudo há seu tempo, tudo há sua hora e tudo vai embora. Culpa do tempo, o mesmo que não deu aviso, que nao permitiu tempo ou que jamais avisou que o tempo era curto. Mas porquê? Quem sabe esse tempo já havia sido programado, caso tenha sido o mesmo deveria ter sido imaginado, pois se curtido teria seu tempo dobrado ou quem sabe triplicado. A questão é simples, jamais saberemos quando um tempo significa algo passageiro, quando ele sairá à francesa. Só nos resta fazer desse tempo algo duradouro ao mesmo tempo que seja lembrado e relembrado .. Definitivamente acredito que o tempo seja algo mais complexo que entender o universo feminino, tão complexo quanto mas muuuuuito mais coerente, afinal é possivel cronometrá-lo. Queria eu que meu tempo fosse retomado, fosse melhor cronometrado outrora melhor planejado. Desse modo eu seria mais paciente, deveras independente do tempo que um dia me deixou ansioso e com muita destreza para fazê-lo voar. A partir de hoje um novo tempo deve ser vivido, deve ser zerado e contado do neutro novamente, para que cada tempo seja vivido com uma quantidade real de segundos, para que cada tempo surreal seja vivido com uma quantidade infinita de anos, para que ninguém esqueça que o tempo pode ser postergado e tão bem qualificado como tempo que não volta, mas que dá voltas .. e regressa à estaca zero a cada influência do desejo de aproveitar o tempo certo.

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

... (2)

Doce é o vento que bate no rosto. Mais doce ainda é a sensação trazida pela roupa. Leve. Confortável. Os sons que outrora atormentavam uma mente inquieta, concentrada no trabalho e no que tinha que fazer, são puramente substituídos por uma melodia calma, mas com um ritmo envolvente. Ah esse ritmo! Não fosse pela batida compassada, ainda restaria um pingo de preocupação em sua mente. Agora só o que vem é a leveza do ar que respira. A beleza da paisagem que o inspira. Inspira a ir adiante. Em tempos primórdios alguém lhe disse: “O limite serve para ser quebrado. Você só sabe onde está seu limite porque o vê, entretanto, sempre quer ir alem. Se desejas isso, olhe além do limite, ou seja, quebre-o.” Engraçado não? Todas as sensações trazidas pelo vento, pelo som, pela luz do Sol que pela manhã maltrata, agora fazem dele uma pessoa melhor, mas, melhor em que sentido? O caos interno é passado. O presente é o bem-estar. E o futuro? Para uns incerto. A paisagem inspiradora mostra o futuro. O limite da sua visão é o futuro. Ou melhor, além de onde ele consegue enxergar, lá sim é o futuro. O que ficou para trás ficou, mas deixou ele mais consciente. Como agir. Como pensar. Como fazer. Como errar. O aprender a errar é lindo. Deus errou, com certeza, quando fez o céu pela primeira vez. Só por isso que o que ele vê hoje é perfeito. E ele, “dentro” dele como está, consegue enxergar o que precisa. E o que ele precisa, é só dele. Individualmente.

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

...

Quinta-feira, véspera de feriado. No trabalho ele só pensa em ir para casa, ou melhor, comer um bolo-de-chuva, já que toda vez que ele olha para a janela, o clima fica mais e mais bucólico. Em dias assim não são poucas vezes que o olhar se perde. Cada detalhe da vista de sua janela é observado. Na cabeça, preocupações. Ao lado, uma imensidão, que por um momento não importa. No ouvido, um Coltrane inebria cada segundo que passa. Segundos que se vão, ou melhor, iam passando lentamente, agora, passam um pouco melhor aproveitados. E amanhã? O que me espera? Programação ele tem, mas certezas, essas fugiram. Neste mesmo momento, em algum lugar, ela está. Fazendo não-se-sabe-o-quê. Exatamente do jeito que está escrito, sem pausas. Enquanto neste momento a vida dele é lenta e despreocupada, a dela não o é. Acasos da vida os separam. Uma ligação, uma objeção, um desejo, uma coisa qualquer, que não-se-sabe-o-que. Maldito desconhecimento. Se por uma vez na vida ele tivesse uma certeza (e essa não fosse sobre seu trabalho), talvez as coisas fossem diferentes. Se apenas ele soubesse aonde ir, que horas fazer, como falar ou o que sentir... o continente que separa ele e ela sumiria. A tarde passa, o descontentamento aumenta, mas a motivação continua. Ou seria vontade? Mais uma vez a incerteza ocupa a cabeça dele. Ela é decidida, a imagem perfeita dele quando se vê no espelho. Talvez por isso, um dia, eles se encontrem, e se amem, pois alguma coisa servirá para se complementarem. Já não sabe mais que hora são. Quantas batidas do Jazz passaram pelo seu ouvido? Quantas vezes ele se remexeu na cadeira, procurando o conforto que insistia em parecer que estava na posição, quando na verdade era em sua cabeça? Mas e ela? Quem será? Como é? O que faz? Do que gosta? Não importa... importa saber o que será que ela faz agora. Enquanto, em casa, alguns assistem Sessão da Tarde, ele enrola. Ela, não sabe. Tanto pode estar lindamente deitada em sua cama, quanto pode estar correndo estressada no Centro lotado, pois o Feriado acaba com os prazos... Mas e se ela estiver sofrendo também? Assim como ele, ela pode estar procurando distração. Ela não ouve um som cadenciado e com sentimento, mas faz uma melodia que gostaria de estar ouvindo. O ritmo dela é diferente. Sensual. Triste. Estranhamente descompassado. Enquanto ele se distrai com letras e notas musicais, ela pensa. Enquanto ele pensa, ela se distrai. E a dúvida dos dois é comum. Como será que ele/ela é?

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Caia (e fique) na real...

Esse texto vai ser curto. E grosso. Tudo é rótulo, sem exceções. Conhecemos os rótulos e não as pessoas. Não só pessoas, eu digo, mas sim tudo que conhecemos. As pessoas, as coisas, os acontecimentos, são todos os rótulos. O importante é saber quem rotula. Somos nós (leia-se: sou eu) ou são os outros? Os rótulos que colocamos são difíceis de tirar, pois na maior parte das vezes os colocamos sem saber. Tão ou mais difíceis são os dos outros, pois sobre estes não sabemos muito. Sabemos o que sabemos, ou seja, o que aprendemos com experiências passadas. Mas esse saber é relativo, pelo fato que aprendemos com um rótulo. E esse rótulo, queria tapar o que? Um sincero parabéns àqueles que caíram na real. Um emocionado parabéns àqueles que caíram na real e lá permaneceram. Eu já caí, mas voltei. Quiçá eu caísse de novo. Ou melhor, caí, e na real estou. Por qual razão não te vejo por aqui?

domingo, 23 de setembro de 2007

Com Vocês, a SAUDADE

Pois bem, quando falamos em saudade logo remetemo-nos à nossa época de criança, afinal todos sentem falta da tão vivida juventude presenciada e degustada com fervor. Eu já digo de antemão que sinto muita falta da minha fase de criança, mas como vivo mais intenso e conscientemente com meus 22 anos, acredito que a verdadeira saudade que sinto hoje é de quem entrou na minha vida após a maturidade e saiu com um até logo ou até um Adeus. Mas como driblar esse sentimento tão corrosivo? Como saltar fora desse trem que não admite paradas constantes e prevê a chegada como um processo moroso e demorado? É, às vezes é melhor não embarcar em trem algum ou mesmo seguir a pé, sozinho e indeciso. Seria tão bom se pudéssemos nos abster desse ticket para o sofrimento, afinal é comprovado (por mim) que a saudade é pior que surra de fio de luz, embora nunca tenha apanhado desse delicado modo. Pudera, o fio de luz provoca somente alguns vergões (sangue à torto e à direito) por uma semana no máximo ... Mas voltando ao assunto em questão, não conheço quem tenha morrido de saudade, mas isso não é evolução alguma se tratando da corrida contra o tempo castigado pela ansiedade. Poderíamos tirar lições dessa tão dolorosa fase, a mais simples dela é que vivemos um constante amadurecimento em nossas vidas, de que valeria o diploma sem anos à fio de estudos? De que valeria à pena um trabalho estável sem a dedicação? Há um ditado que fala algo sobre “Tudo vale a pena quando a alma na é pequena” e a saudade não fica longe disso, ela aumenta o amor mas não dissipa a dor, aumenta a vontade mas sequer resolve a metade . Há uma música interessante que carrega um pouco da essência desse post: “Não fique esperando pelo trem, o trem dos sonhos não espera por ninguém” .. do ponto que a saudade é uma realidade, ela não espera e quando você vê, embarcou nesse meio de locomoção com destino à impotência e subordinação do acaso. Crescer apenas por crescer não agrega valor aos nossos atos, infelizmente é preciso sofrer e garantir que a saudade é uma ferramenta para a felicidade ao longo prazo. Mas eu não escolhi isso, tampouco adquiro algo no crediário .. É meu amigo, eu embarquei nesse trem, e nele só levo a saudade de bagagem, na mala de mão está meu coração caprichosamente estilhaçado pelos minutos que teimam em regredir. Alguma sugestão? Duvido que haja, minha torcida é que o terminal de desembarque leve o nome de ‘dezembro’ .. E como eu sinto falta ...

sábado, 22 de setembro de 2007

Calmer songs, cheaper lovers...

Indeed, talking about relationships always end up in talking about lots of other different things, different, but related to the original matter. How many times you wanted to prepare the atmosphere of a date, so that the “object” could feel impressed, or relaxed, or even excited (yes, this is the kind of feeling we ALWAYS look for)… probably you can’t remember one single date without one strategy… Anyway, what is the first thing that comes to your mind when you think about “that unique moment”? No, sex is not the answer (ok, it can be the result), but I wanted to refer to the music that enchanted your ears, and weakened you legs and… Tough, where is the rule that says that for a special moment must be playing a calm song? Macy Gray and its similar are not challenging enough. You put a calm song and you play by the rule, but, what fun do you see in that? Sex is a challenge, but, there is no challenge in following the rules that ASSURE you will get laid… The fun in it is in creating a love-friendly atmosphere in a punk rock concert, or during a death-metal band exhibition… If you actually succeed in a diverse situation like those, you are most likely to overcome the barriers of that date you always wanted, but never could get to… That’s why I say… calmer songs, cheaper lovers… and no fun in it!

sábado, 15 de setembro de 2007

Ser Gostoso

Infelizmente o post não agradou ... REMOVIDO! Beijos com Muitas Saudades..

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

O momento da decisão...

Quantas milhares de vezes nos deparamos com um momento em que precisávamos tomar uma decisão: “- Beijo ou não beijo?” “- Mando pastar ou não?” “- O que eu falo?” Pois é... decidir é tão difícil quanto ficar em pé na rede... aliás, até mais difícil. Entre cogitar as hipóteses e decidir o que fazer, na maior parte das vezes, ficamos com as hipóteses, afinal, elas não nos comprometem. Será? Mas é óbvio que não. Se você se depara com uma situação em que deve escolher algo, ou seja, tomar uma decisão, uma das alternativas não é “não decidir”. Fugir da decisão é medo de tomar uma posição. Mas dos problemas, esse é o menor. As opções que temos nem sempre são explícitas. Na verdade, a opção certa é sempre aquela que não percebemos, ou que descartamos por ser absurda. “Se você limita suas escolhas apenas àquelas que parecem possíveis ou razoáveis, você se desconecta daquilo que você realmente quer, e tudo que é esquecido é um compromisso.” (Robert Fritz) Tio Robert nos mostra que devemos sair da casinha quando temos que tomar uma decisão, pois é nesse exercício que encontramos a verdadeira escolha que queremos tomar. Agora, para quem tem medo de tomar uma decisão, procurar as respostas dentro de si mesmo é algo inimaginável... já que cada vez que olhamos para dentro de nós, mais questionamentos fazemos... Pare um pouco, reflita um pouco, tome coragem e pelo menos uma vez na sua vida tome uma decisão, respondendo o seguinte desafio: qual é a diferença entre a decisão que vem de dentro de nós, e a decisão exterior?

sábado, 1 de setembro de 2007

Planos.. perfeitos?

O que seria um plano perfeito? Isso se torna tão relativo quando pessoas diferentes estão em jogo, quando anseios e vontades estão de ambos os lados, no jogo de vontades e o que conta é não se deixar levar pela emoção e pelas falsas promessas de felicidade. Na busca pela perfeição deixamos de lado todo processo racional que possuímos para traçar as metas, o plano perfeito existe, mas só é tangível aos que na perfeição encontram-se, aos que não são tocáveis pela emoção, aos que não se sensibilizam por motivos alheios e aos que não se intimidam com qualquer pressão exterior. O porquê de tudo isso? Simples, de nada adianta tentar ser o que se não é, confuso? Vamos à explicação, sabe quando você tenta planejar tudo nos mínimos detalhes e transcorre tudo errado, o seu plano perfeito não ocorreu, mas quem sabe ocorreu o plano de outra pessoa que você não tem noção de existência. É, a vida é assim, perfeito para mim calamitoso para você e nada tem sentido se não construirmos nossas vidas em cima de alicerces de planos, os planos são tentativas de consolidar aquilo que está armazenado no nosso ID. E por que tanto drama? Porque simplesmente não há perfeição no jogo de emoções, e isso vale para quando tentamos ser o que não somos, fingir o que não sentimos e fazer aquilo que jamais tomamos conhecimento. Vale a dica de que o plano perfeito é tentar fazer de tudo que acontece conosco uma felicidade e uma perfeição tecida por terceiros, se o que não está bom para nós está bom para outros, já vale a tentativa de esboçar a compaixão, mesmo que não seja automática, mesmo que não seja natural isso é uma prática viciante. No jogo do dar e do receber o que vale é acreditar que perfeição é poder admitir que nada é perfeito, tudo é uma transmissão de energias. Não gostou do texto? Não sou perfeito, tampouco me esforcei para escrever bem (mentirinha)!

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

A vida como ela não é.

Como é a sua vida? Ela sempre foi assim? Você está satisfeito? Como você gostaria que ela fosse? Que razões te levam a crer que algo deve mudar? Alguns questionamentos são importantes em nossas vidas, principalmente quando o fizemos corriqueiramente. Mas quais seriam esses questionamentos? Qualquer um. Qualquer coisa que se torna repetitiva acende uma luz amarela em nossa cabeça: o que me leva a acordar de mau-humor todo dia? Ir ao cerne da questão faz com que descubramos pensamentos ainda mais desafiadores. Por sua vez, estes pensamentos desencadeiam novas sensações, novos sentimentos, e, não menos importante, novos questionamentos. Você pode perguntar: “-Ah, então quer dizer que certos pensamentos não têm fim?” Sim. Nem tudo na vida acaba. Nem mesmo aquela novela mexicana ó-t-i-m-a que teve o último capítulo exibido ontem acabou. A prova disso é que você ainda pensa nela. Pensamentos e memórias são eternos, assim como a Dercy Gonçalves. Assim como a felicidade e capacidade de abstração que marcou a sua infância. O fato de crescer e amadurecer não suprime o sorriso fácil, o choro mole e a diversão boba... elas ainda estão dentro de nós. Agora, só redescobrimos o bonito quando olhamos para o feio. A vida da gente não é do jeito que pensamos ser, é do jeito como fazemos ela ser. Pensar é querer e se você não faz o que você quer, hay que preocupar-te, hermano.

sábado, 18 de agosto de 2007

Função Continente

Seria bom se todos fôssemos continentes. A função continente trata-se de algo que foge ao cotidiano de pessoas com má índole, sabe aquele dia em que sua vida não está nos trilhos, o dia em que tudo resolveu conspirar contra sua felicidade intrínsica? É meu amigo, ninguém está livre dessas consequências indesejadas. Mas o que a função continente tem a ver? Simplesmente TUDO, ser continete resume-se em compreender a angústia de alguém pelo sóbrio motivo de ajudar e dar as ferramentas para a saída do buraco. O desejo de estar bem e ser completo passa por esse teste, você é continente com aquele amigo que volta e meia lhe parece inconformado com a vida que leva? Não esqueça que nesse mundo a ordem é a troca de energias, o que vai sempre volta! Ou você não precisa de auxílio? Isso passa por aquele momento em que você realmente precisa de ajuda, e o que houve é nada mais que uma reclamação ou acusação. O melhor momento para afundar alguém no mar de culpa é quando se procura uma base firme. Sem a base não há nada, e com o nada, não existe propósito de melhoria, portanto problemas viram fatos normais e a vida cai em um caos aonde não se procura ajudar alguem de situação similar. Será que tal gesto evolui indivíduos? será que tal gesto conserta erros? Tão fácil seria uma ajuda sem custo, sem pressa e sem cobrança. Pequenos gestos influem demais no futuro do homem, e saber que há alguém continente o suficiente para lhe dar apoio na hora que mais precisa, aflora a idéia de que ser continente é estar aberto para ajudar e dispor de um leque para possíveis ajudas. Ouça mais e fale menos, faça mais e critique menos. O plano de ações da compreensão é feito de básicas lições aonde a busca da felicidade não se dá em uma corrida solitária. É necessário passar bastão pra frente, é preciso ser continente.

segunda-feira, 6 de agosto de 2007

Ambição

Demagogo seria eu, seria você... seria qualquer um falando que ambição não move montanhas. E não move, o que move é o dinheiro! Mas o que o dinheiro e a ambição têm em comum? Apenas tudo. Fato é dizer que sem ambição não há futuro, e sem futuro não passado, portando uma seqüência de “presentes” que seguem vazios sem a perspectiva de um bom ‘porvir’. Penso que para tudo há de se ter um pouco, ou muito de ambição. Desde a vida financeira até a vida afetiva. O mais sensato seria organizar isso em passos, pensar em casar antes de ficar com o cara ou com a guria, vai espantar todo mundo de você. Achar que se pode ter antes de ser, poder lhe render alguns anos de prisão. E achar que a ambição é um fator negativo na personalidade de alguém vai lhe resultar em uma vida estagnada e sem visão. Tentamos conviver com o meio termo, é a melhor saída já que a ambição não se limita ao querer! Formulo aqui a equação da ambição. Tendo ambição = querer + poder + merecer – pressa x competência Logo, ambição + pressa = querer + poder + merecer x competência Sabendo que a pressa é inimiga da perfeição, cortamos ‘pressa’ com ‘competência’ Ambição = querer + poder + merecer Sabendo que eu mereço uma ferrari, e não a tenho. Cortamos o 'merecer' Se poder é ter, e se ter é financeiramente ligado ao dinheiro, ‘poder’ está excluído da equação Logo Ambição = querer ... lógico? quem sabe! Viável? Relativo! Fácil? Nem tanto! O mais correto seria dizer que a ambição é paralelamente proporcional à entrega de corpo e alma àquilo que se faz. E como se faz isso? Primeiro, traçar uma meta é o primeiro passo. E o resto é como a evolução, um passo depois do outro. E se quiser, basta fazer, basta viver, basta tentar, só não vale esperar!

domingo, 29 de julho de 2007

Falsos Cognatos

Tudo que parece ser, não é. O que é, não aparenta! E o que é e aparenta, existe de verdade? Isso é um assunto que poderia ser desenvolvido em cartilhas de boa educação afinal nem todo rótulo carrega um bom conteúdo e nem todo bom conteúdo é flor que se cheire. Desde os primórdios do homem, carregamos alguns estilos de conduta que contribuem para a semelhança entre o "eu" interior, e o "eu" exterior, a questão é, seria isso venéril (verídico)? Vamos aos exemplos práticos: Você, um Ananá de plantão foca aquela bela garota, e pensa: "-Linda, que mulher perfeita, gostosa, cheia do swing, peralta... (e mais uma imensidão de adjetivos chulos)" Aproxima-se dela, e quando sente o tom da voz, vê que a donzela vai na couve como você! Esse é um exemplo prático: Falso cognato + Necessidade da análise urgente com base Na auto-ajuda do tio Peter, afinal é necessário ser um Aranha para ser traído pela mente avulsa! Exemplo número dois: Você, uma pessoa sensata, vivida e experiente ... vota em um candidato qualquer que lhe rouba até as ceroulas, no início ele era o promissor, depois virou o impostor..qualquer semelhança é mera coincidência, ok? É, falsos cognatos nao restringem-se somente às linguagens/idiomas. Estamos rodeados de falsos cognatos, e isso vale para tudo.. Para a vida social, para a vida noturna, para aquele whisky que você jura que é 12 anos...e na realidade é um Natu Nobilis, para aquele churrasquinho que você jura que é de gado. E para aquela sua vizinha, que você jura que é virgem. Antes de crer, "descreia" e faça alguém lhe provar o contrário, para evitar de sair apalpando qualquer garotinha que usa salto-alto e roupinhas de suplex.

domingo, 22 de julho de 2007

Pós-prazer

Já me adianto, delete esse vago pensamento imundo e concentre-se no fato, "prazer é tudo que te satisfaz" .. e porque te satisfaz? porque supre uma necessidade. Mas porquê? Por que você tem saudade da sensação, aquela que te leva ao extase, ao delírio. Seria um copo de coca-cola gelado com limão? Uma cerveja polar em plena sexta-feira! Isso te despertou não é? E se eu te falasse de "uma noite de amor muito bem curtida"? Você diria o quê? o importante é o prazer, ou pós-prazer. Imagino que o mais óbvio seria pensar no prazer, como objetivo único. Mas o "depois" não importa? como fica a ressaca moral (dependendo do que fores fazer). Esse é um texto hetero, no entanto os coadjuvante imaginários devem ter pênis e vagina. Posso dizer por experiência própria que seria de bom agrado tentar relacionar o pós-prazer com o prazer instantâneo, mas como seria possível? Transcorrer os dias de trás pra frente seria loucura, quem sabe tentar aceitar? Afinal trago à tona algo que não se controla, e depois de uma noite/momento bem acompanhado colocamos na balança dos valores: foi bom ou não, quero replay ou não.. digo de ante-mão que após um prazer, o bom seria outro prazer. Mas e se outro prazer não fosse possível (digo nas mesmas proporções como ambiente/cia)? O jeito é relaxar e gozar (como diria nossa formadora de opiniões, Marta Suplicy). Afinal aqui você não encontrará a solução que tanto deseja. O que eu faço? ..simples procuro mais prazer enquanto há tempo, pois sei que em pouco tempo vou sentir a falta do pós, e o que se pode fazer? nada..espere essa dia chegar! E beba muita coca-cola!!!!!!!!!!

domingo, 15 de julho de 2007

for the record...

Fazia tempos que pensava em voltar a fazer coisas que há muito tinha parado. Coisas essas que me faziam bem e que eram parte da minha identidade. Escrever é uma delas. Pronto, voltei aos “blogs”, com um amigo-irmão (isso é outra história). A idéia original era fazer um blog que fosse uma referência (engraçado, inteligente e sincero, ou seja, a nossa identidade), mas não passava pela cabeça usar isso aqui para desabafar. Mas, hoje vou escrever sobre uma experiência real que estou passando. (Beto, obrigado por me deixar escrever na tua vez). Algumas coisas acontecem no momento certo, na hora certa, com o contexto certo, mas agimos errado? Por qual razão? O medo do novo nos deixa diferente? A falta de experiência não nos deixa perceber a hora H? Não sei. Se soubesse, não estaria arrependido de ter feito a coisa errada. Acabo culpando outros por um erro particular, quando na verdade o culpado sou eu. Mas o “eu consciente” ou o “eu inconsciente”? O “eu inconseqüente”, que percebe que está fazendo algo errado, mas não faz nada para mudar. O triste é que isso afeta outras pessoas, e é aqui que mora o problema. Se quando fizéssemos a coisa errada não interferíssemos no pensamento de outros, não existiria problema, mas acontece que as coisas não são assim. Esquecemos que as pessoas esperam certas coisas de nós. Pois é. Errei. Arrependimento? Sim, muito! A diferença entre aprender com os erros ou continuar a fazê-los é simples: a ação posterior. Se mudarmos de atitude, buscando evitar a repetição, estamos progredindo (leia-se: amadurecendo, crescendo). Agora, se percebermos o erro, e continuamos a fazê-lo, nada acontece. Continuamos incapazes, burros. Ainda bem que estou em um momento de saudosismo, fazendo com que eu volte a me deparar com as coisas que me faziam bem, que me faziam crescer como uma pessoa mais completa. Tenho certeza que esse erro corrigirá muitas coisas e me fará uma pessoa melhor. Agora, o arrependimento mora no medo. No medo de que a atitude errada, que causou a decepção de alguém, afaste uma sensação boa que esse alguém causava. Por isso resolvi escrever sobre isso. Aqui. Quero que isso sirva de referência para quem quer que leia: procurem não decepcionar quem não merece. i Un abrazo !

quinta-feira, 12 de julho de 2007

EU faço o que EU quero

Com o devido perdão, mas vão todos a merda! Eu faço o que eu quero, e ninguém tem nada a ver com isso. Não gostou? Não me interessa! Se canto alto no chuveiro de madrugada ou se buzino o tempo inteiro, é problema meu. Aliás, problema não, é divertido. O problema na verdade é teu. Se fui jogar futebol e estou fedendo a asa, problema teu em querer sentar ao meu lado no ônibus. To cagando e andando pro resto do pessoal, justamente pois são o: RESTO! Contentem-se com a mediocridade da quase inexistência de vocês, pois tudo que importa é MEU. Inveja? Hahaha. Faça-me o favor. Ler o que está escrito aqui é o melhor que você pode estar fazendo nesse momento. Tenho certeza disso (aliás, sempre tenho certeza!!!). Afinal, você está lendo algo que EU escrevi. Se eu acho que sou bom? Não acho. Você acha! Você acha que sou bom porque você se acha ruim... e sim, eu sou um modelo de conduta. Em quem você tem se espelhado ultimamente? Get a life! (se é que eu deixo alguma coisa para você curtir)
Procure paz, amor e alegria!

segunda-feira, 9 de julho de 2007

A capacidade da mudança de assunto

A cada diálogo que me deparo, consigo evoluir minha capacidade de compreensão de que conversas extensas são paralelamente proporcionais ao teor alcoólico do indivíduo e ao baixo nível de percepção a discrepância no seu limite absurdo (cara-de-paumente falando). Falo isso com certa convicção porque sei que conversas pouco interessantes começam aqui e terminam depois do acolá. Se me permitem, vou reproduzir um trecho dessa beliíssima arte, a de se fazer de interessado. -E daí, Vicente, como tu estás? -Não tão bem, muito resfriado. -Sei de um remédio tiro e queda... -É mesmo, compraste na farmácia ali da esquina? -Não, a farmácia fechou! Comprei no centro, do lado do banco. -Não me fale em banco, estou no cheque especial. -Rapaz, ontem mesmo eu zerei o meu, consegui entrar no azul, até troquei de carro! -Boa notícia, pena que estou na pior... -Mas e o Fuscão, vendeu? -Sim, precisei pagar gastar com a saúde da minha esposa -Ah! ela colocou os dentes novamente? -Nâo, ela pegou HPV -Nossa! então tu você virou hospedeiro! -Pedreiro? nunca fui pedreiro, por falar em pedreiro... conhece alguém de confiança? preciso reformar a casa. -Conheço um bom, cara sério! -Aquele ali da esquina? -Não, o gérson, mora no centro..na frente do banco .. .. ...... Bem, a arte de se fazer de louco, de se fazer de salame (masculino) e de se fazer de chester (feminino) .. é uma prática muito comum, o assunto começa com futebol, e termina em política, começa em beleza e termina na Preta Gil, começa em qualidade e termina no Grêmio .. Mas o que se leva de um papo sem fundamentos? mentiras sem fim... o que se leva de uma conversa sem rumo? uma perda de tempo... o que se leva de frases impensadas? uma concentração de bobagens... o que se leva da combinação de cerveja e diálogos incessantes na chuva? uma gripe do car.... mas enfim, conheço um remédio tiro e queda... comprei ali na farmácia da esquina!

sábado, 7 de julho de 2007

Ainda sobre o vício...

E quem disse que “o todo precisa de muito para ser completo”? Como alguém já disse, o bom e o mal são escolhas e julgamentos que fazemos, logo, “precisarmos de muito para a completude” é uma escolha nossa. Nesse exato momento está chovendo. É uma escolha que tenho: detestar a chuva e não ser completo ou ficar feliz com ela, com um sentimento de realização. E onde entra o vício? Simples. Somos viciados em acreditar que “falta alguma coisa”. Sim, é fácil assumir-se um viciado. É só querer fazê-lo. Nada impede. Aliás, ninguém impede. “- Ah, mas se eu disser que sou viciado, as outras pessoas vão me olhar torto!” Quem vai olhar torto? Outras pessoas. Mas é só um olhar, são pensamentos, que na maior parte das vezes não tem base alguma. Na verdade, o que impede SOU EU MESMO, com vergonha dos outros. Não sabia que “vício” significava “corromper”. A expressão é carregada de impressões ruins, mas, o que nos impede de carregá-la de sentimentos positivos? Nós mesmos. Portanto, livrem-se de seus “vícios” negativos. Do something with your life: get me a beer! E tá na hora de rolar mais bobagem aqui!

quarta-feira, 4 de julho de 2007

O vício das emoções

Como pode um determinado fato desencadear em fatos desagradáveis ao decorrer de nossas vidas, como pode uma simples notícia afetar tanto o modo como encaramos a realidade, ou sua casca? Esse é o mundo que vivemos, o mundo surreal, o mundo tomado pela nossa consciência, aonde somos meros representantes dos sentimentos intrínsicos. De que vale planejar o futuro se esse é improvável e manifestado naturalmente de acordo com nossas ações do presente? somos donos das nossas atitudes e manipulamos nossa vida de acordo com o andar das coisas. Não existe paixão, existe sim o vício do sentimento de bem-estar quando se está ao lado da pessoa em questão, como alguém pode dizer que está apaixanado se não sabe o que acontecerá no segundo próximo, e nossas ações sempre são baseadas no futuro, sempre! O fato de querer sentir tais emoções nos torna viciados em um propósito único, ilusão! afinal cada milésimo é diferente de outro, e assim por diante, tudo mudo todo o tempo! Pensando desse modo, não diga mais que está apaixonado... é melhor confessar que está viciado em uma emoção que você sente a cada momento que pensa na pessoa que te faz bem. Agora, o que podemos falar da tristeza, seria um vício em emoções ruins? Não! ela é justamente a explicação de que não existe alegria, e sim vício em sentimentos que agregam felicidades momêntaneas. Quando se sente triste, arrasado... você perdeu o vício, se libertou, está fora do círculo dos viciados nas emoções de prazer! É triste dizer isso, mas esse mundo não é real, o que é real é a crença que temos de ver tudo que há em torno de nós, de uma perspectiva egocêntrica e inpensada achando que somos donos das nossas emoções. NÃO! tudo isso é fruto da consciência de cada um, consciência essa que determina até quando você vai sorrrir a partir de que momento sua vida entrará em caos! Portanto, curta teus momentos de sublime paz, quem sabe daqui a pouco você perde esse vício tão prazeroso e entra em um mar de desgosto! seja BEM-VINDO(A) ... e passa a bola!

domingo, 1 de julho de 2007

a noite

a noite é escura. perigosa. incógnita. agora, qual a razão de mesmo assim gostarmos dela? simples: lá todos os gatos são pardos. será que são mesmo? sim. todos os gatos são pardos. por mais que todos sejam diferentes, na noite todos são iguais. todo mundo busca alguma coisa, ou seja, insatisfação. que coisa, não? a insatisfação de alguma coisa nos leva às festas, e delas saímos satisfeitos. agora, será que não conseguimos a satisfação mesmo sem haver insatisfação? aliás, o que é satisfação? cerveja me satisfaz, em certos momentos. cerveja (quando em excesso) me traz insatisfação pela manhã. paradoxal isso. pronto: a noite é um paradoxo. por isso esse texto não tem letras maísculas. gramática também é um paradoxo, afinal, o que nos impõe a escrever certo? certo para quem? sexo é um paradoxo. pronto. essa é a razão de gostarmos da noite. pense comigo: se noite é paradoxo e sexo é paradoxo também, logo, sexo é igual a noite. se cerveja e gramática são paradoxos, portanto: sexo = cerveja = noite = gramática será? pago bem para quem me der uma resposta plausível

sábado, 30 de junho de 2007

Blog

BlogBlogs.Com.Br

quinta-feira, 28 de junho de 2007

Alicerce, é besteira!

Como diria o velho ditado, Morcego que anda com joão-de-barro, vira assistente de pedreiro! Tudo remete às companhias que nos cercam. Ainda me pergunto se eu ainda convivesse com o Juracir, vizinho homossexual que morava ao lado da minha casa. Teria eu assumido um lado diferente do que sou? teria eu me abdicado de persistir na carreira como go-go boy? Nada teria sentido, a não ser imitar o juracir, cobrando valores justos e passeando de Z4. Mas o que é justo nesse mundo? seria o modo como pensamos ou deixamos de pensar, afinal cada um germina em si valores pessoais de acordo com aquilo que criou ao decorrer dessa vida, meu vizinho acha que o justo não é correto, e o correto não é justo (se bem que o justo dele não é igual ao meu). Para Pedro Álvares Cabral, o correto seria aventurar-se em busca de novos rumos, para Bruna Surfistinha seria rumar para novas aventuras. Tudo depende do ponto de vista e da escolha sexual de cada cidadão. Eu tenho a minha, você tem a sua! e que isso não saia daqui, como forma de assegurar a "macheza" de cada homem. Têm os que preferem se abster dessa discussão, há aqueles que fazem questão de serem compreendidos, e também existem aqueles que até hoje me pedem o telefone do Agenciador Juracir!

uma idéia, dois autores

Agora vai! Uma idéia e dois autores... Bobagem de tudo quanto é tipo (que o que fazemos de melhor). Aguardem e sugiram, bando de desocupados!

sexta-feira, 1 de junho de 2007

Contato!

O Pago Bem! é um espaço aberto, que quer ouvir o que você, leitor, quer nos dizer.

Se você tem alguma dúvida, alguma crítica, quer ver algum tema abordado aqui, fazer alguma sugestão ou alguma parceria, entre em contato conosco.

Pagamos bem pelo seu e-mail!

Mande para: pagobem@pagobem.com

 



 
Copyright 2010 pago bem!