domingo, 23 de setembro de 2007

Com Vocês, a SAUDADE

Pois bem, quando falamos em saudade logo remetemo-nos à nossa época de criança, afinal todos sentem falta da tão vivida juventude presenciada e degustada com fervor. Eu já digo de antemão que sinto muita falta da minha fase de criança, mas como vivo mais intenso e conscientemente com meus 22 anos, acredito que a verdadeira saudade que sinto hoje é de quem entrou na minha vida após a maturidade e saiu com um até logo ou até um Adeus. Mas como driblar esse sentimento tão corrosivo? Como saltar fora desse trem que não admite paradas constantes e prevê a chegada como um processo moroso e demorado? É, às vezes é melhor não embarcar em trem algum ou mesmo seguir a pé, sozinho e indeciso. Seria tão bom se pudéssemos nos abster desse ticket para o sofrimento, afinal é comprovado (por mim) que a saudade é pior que surra de fio de luz, embora nunca tenha apanhado desse delicado modo. Pudera, o fio de luz provoca somente alguns vergões (sangue à torto e à direito) por uma semana no máximo ... Mas voltando ao assunto em questão, não conheço quem tenha morrido de saudade, mas isso não é evolução alguma se tratando da corrida contra o tempo castigado pela ansiedade. Poderíamos tirar lições dessa tão dolorosa fase, a mais simples dela é que vivemos um constante amadurecimento em nossas vidas, de que valeria o diploma sem anos à fio de estudos? De que valeria à pena um trabalho estável sem a dedicação? Há um ditado que fala algo sobre “Tudo vale a pena quando a alma na é pequena” e a saudade não fica longe disso, ela aumenta o amor mas não dissipa a dor, aumenta a vontade mas sequer resolve a metade . Há uma música interessante que carrega um pouco da essência desse post: “Não fique esperando pelo trem, o trem dos sonhos não espera por ninguém” .. do ponto que a saudade é uma realidade, ela não espera e quando você vê, embarcou nesse meio de locomoção com destino à impotência e subordinação do acaso. Crescer apenas por crescer não agrega valor aos nossos atos, infelizmente é preciso sofrer e garantir que a saudade é uma ferramenta para a felicidade ao longo prazo. Mas eu não escolhi isso, tampouco adquiro algo no crediário .. É meu amigo, eu embarquei nesse trem, e nele só levo a saudade de bagagem, na mala de mão está meu coração caprichosamente estilhaçado pelos minutos que teimam em regredir. Alguma sugestão? Duvido que haja, minha torcida é que o terminal de desembarque leve o nome de ‘dezembro’ .. E como eu sinto falta ...

sábado, 22 de setembro de 2007

Calmer songs, cheaper lovers...

Indeed, talking about relationships always end up in talking about lots of other different things, different, but related to the original matter. How many times you wanted to prepare the atmosphere of a date, so that the “object” could feel impressed, or relaxed, or even excited (yes, this is the kind of feeling we ALWAYS look for)… probably you can’t remember one single date without one strategy… Anyway, what is the first thing that comes to your mind when you think about “that unique moment”? No, sex is not the answer (ok, it can be the result), but I wanted to refer to the music that enchanted your ears, and weakened you legs and… Tough, where is the rule that says that for a special moment must be playing a calm song? Macy Gray and its similar are not challenging enough. You put a calm song and you play by the rule, but, what fun do you see in that? Sex is a challenge, but, there is no challenge in following the rules that ASSURE you will get laid… The fun in it is in creating a love-friendly atmosphere in a punk rock concert, or during a death-metal band exhibition… If you actually succeed in a diverse situation like those, you are most likely to overcome the barriers of that date you always wanted, but never could get to… That’s why I say… calmer songs, cheaper lovers… and no fun in it!

sábado, 15 de setembro de 2007

Ser Gostoso

Infelizmente o post não agradou ... REMOVIDO! Beijos com Muitas Saudades..

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

O momento da decisão...

Quantas milhares de vezes nos deparamos com um momento em que precisávamos tomar uma decisão: “- Beijo ou não beijo?” “- Mando pastar ou não?” “- O que eu falo?” Pois é... decidir é tão difícil quanto ficar em pé na rede... aliás, até mais difícil. Entre cogitar as hipóteses e decidir o que fazer, na maior parte das vezes, ficamos com as hipóteses, afinal, elas não nos comprometem. Será? Mas é óbvio que não. Se você se depara com uma situação em que deve escolher algo, ou seja, tomar uma decisão, uma das alternativas não é “não decidir”. Fugir da decisão é medo de tomar uma posição. Mas dos problemas, esse é o menor. As opções que temos nem sempre são explícitas. Na verdade, a opção certa é sempre aquela que não percebemos, ou que descartamos por ser absurda. “Se você limita suas escolhas apenas àquelas que parecem possíveis ou razoáveis, você se desconecta daquilo que você realmente quer, e tudo que é esquecido é um compromisso.” (Robert Fritz) Tio Robert nos mostra que devemos sair da casinha quando temos que tomar uma decisão, pois é nesse exercício que encontramos a verdadeira escolha que queremos tomar. Agora, para quem tem medo de tomar uma decisão, procurar as respostas dentro de si mesmo é algo inimaginável... já que cada vez que olhamos para dentro de nós, mais questionamentos fazemos... Pare um pouco, reflita um pouco, tome coragem e pelo menos uma vez na sua vida tome uma decisão, respondendo o seguinte desafio: qual é a diferença entre a decisão que vem de dentro de nós, e a decisão exterior?

sábado, 1 de setembro de 2007

Planos.. perfeitos?

O que seria um plano perfeito? Isso se torna tão relativo quando pessoas diferentes estão em jogo, quando anseios e vontades estão de ambos os lados, no jogo de vontades e o que conta é não se deixar levar pela emoção e pelas falsas promessas de felicidade. Na busca pela perfeição deixamos de lado todo processo racional que possuímos para traçar as metas, o plano perfeito existe, mas só é tangível aos que na perfeição encontram-se, aos que não são tocáveis pela emoção, aos que não se sensibilizam por motivos alheios e aos que não se intimidam com qualquer pressão exterior. O porquê de tudo isso? Simples, de nada adianta tentar ser o que se não é, confuso? Vamos à explicação, sabe quando você tenta planejar tudo nos mínimos detalhes e transcorre tudo errado, o seu plano perfeito não ocorreu, mas quem sabe ocorreu o plano de outra pessoa que você não tem noção de existência. É, a vida é assim, perfeito para mim calamitoso para você e nada tem sentido se não construirmos nossas vidas em cima de alicerces de planos, os planos são tentativas de consolidar aquilo que está armazenado no nosso ID. E por que tanto drama? Porque simplesmente não há perfeição no jogo de emoções, e isso vale para quando tentamos ser o que não somos, fingir o que não sentimos e fazer aquilo que jamais tomamos conhecimento. Vale a dica de que o plano perfeito é tentar fazer de tudo que acontece conosco uma felicidade e uma perfeição tecida por terceiros, se o que não está bom para nós está bom para outros, já vale a tentativa de esboçar a compaixão, mesmo que não seja automática, mesmo que não seja natural isso é uma prática viciante. No jogo do dar e do receber o que vale é acreditar que perfeição é poder admitir que nada é perfeito, tudo é uma transmissão de energias. Não gostou do texto? Não sou perfeito, tampouco me esforcei para escrever bem (mentirinha)!
 
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