quinta-feira, 6 de setembro de 2007

O momento da decisão...

Quantas milhares de vezes nos deparamos com um momento em que precisávamos tomar uma decisão: “- Beijo ou não beijo?” “- Mando pastar ou não?” “- O que eu falo?” Pois é... decidir é tão difícil quanto ficar em pé na rede... aliás, até mais difícil. Entre cogitar as hipóteses e decidir o que fazer, na maior parte das vezes, ficamos com as hipóteses, afinal, elas não nos comprometem. Será? Mas é óbvio que não. Se você se depara com uma situação em que deve escolher algo, ou seja, tomar uma decisão, uma das alternativas não é “não decidir”. Fugir da decisão é medo de tomar uma posição. Mas dos problemas, esse é o menor. As opções que temos nem sempre são explícitas. Na verdade, a opção certa é sempre aquela que não percebemos, ou que descartamos por ser absurda. “Se você limita suas escolhas apenas àquelas que parecem possíveis ou razoáveis, você se desconecta daquilo que você realmente quer, e tudo que é esquecido é um compromisso.” (Robert Fritz) Tio Robert nos mostra que devemos sair da casinha quando temos que tomar uma decisão, pois é nesse exercício que encontramos a verdadeira escolha que queremos tomar. Agora, para quem tem medo de tomar uma decisão, procurar as respostas dentro de si mesmo é algo inimaginável... já que cada vez que olhamos para dentro de nós, mais questionamentos fazemos... Pare um pouco, reflita um pouco, tome coragem e pelo menos uma vez na sua vida tome uma decisão, respondendo o seguinte desafio: qual é a diferença entre a decisão que vem de dentro de nós, e a decisão exterior?

1 comentários:

Beto disse...

eu que tomo vodka pela manhã, e tu que acorda bêbado! como pode?

abs

 
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