quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Criatividade 2

Criatividade é escolha, e não uma dádiva... Sim! Isso é uma réplica, cabe a você leitor enquadrar-se em um dos tópicos. Para levantar essa afirmação é preciso muita criatividade? Não, se fosse “necessário” eu poderia não escrever, segundo meu colega de blog (abaixo eu poderia não ter essa dádiva de berço. Mas como afirmo o reverso, nado contra a maré e discordo até do óbvio, provarei que minha criatividade é uma escolha muito bem embasada, fundamentada em pilares de cerne. Qual sua primeira atitude se lhe pedisse para fazer uma relação de um gato com uma tábua de passar roupas? Complexo? Nada. A maioria das pessoas diria que não há semelhanças e ainda tripudiaria essa pergunta como tosca. Cabe a você leitor, decidir, você é criativo ou não? Vou lhe ajudar como ser criativo, não sou sábio, apenas sigo o estudo da mente alheia como objeto de melhoria. Sobre um gato e uma tábua de passar roupas, eu lhe diria que não existem semelhanças. Mas veja pelo lado racional, eu lhe pedi então seja criativo e me ajude, os dois têm quatro pés/patas. Pronto, aí está uma semelhança! Na sua mente brilhante tudo isso foi bloqueado e você se negou a responder meu pedido. Isso é o que acontece quando aceitamos negativamente tudo que parece diferente, bloqueamos nossa capacidade de contorno e isso nos torna nada criativos. Tente encarar tudo de diferente como uma forma de superação e faça valer sua criatividade. Nossa criatividade é uma qualidade/característica que deve ser exercitada e absorvida como parte da nossa força de vontade, da nossa intenção de responder ao lado físico. Bem, encerro aqui um exemplo básico para mostrar como ser criativo nada mais é que não se deixar bloquear pela preguiça ou falta de interesse. Quando recebemos toda tarefa com certo teor de desgosto, nosso lado criativo é deixado de lado dando lugar à recusa ou falta de inovação. Basta ter vontade, basta ser genuíno, basta ser criativo... Aliás, comentar esse post é uma atitude bastante criativa!

sábado, 10 de novembro de 2007

Criatividade

Criatividade é dádiva, e não escolha. Eu não nasço criativo, mas minha educação me faz assim. A dádiva vem de perceber esse potencial e utilizá-lo. Muita gente quer ser criativa, e funde a cuca pensando, mas não cria. Muitos querem seguir o normal, mas não conseguem, inovam. Muita gente tem absolutas condições de inovar, mas não percebe isso, consequentemente, não usa a criatividade que tem. Ta, mas e qual a razão de escrever sobre isso? Sei lá. Vai ver é falta de criatividade em bolar um tema, portanto, vamos ao cerne da questão! Ou não também. Vou falar sobre o uso da criatividade. Ou melhor, sobre o desuso. Sabemos do “jeitinho brasileiro”, uma pena que na maior parte do tempo o mesmo seja utilizado para o benefício de um em detrimento dos demais, ou para mascarar a realidade. A criatividade é uma faca de dois gumes (que ridícula essa frase, mas dane-se). Ao mesmo tempo que é benéfica é também uma arma. Queria eu que a definição de criatividade afastasse a sua aplicação com a sacanagem (excluindo durante o sexo, onde criatividade é só alegria). Ou melhor, criatividade podia ser antônimo ao marginal. O fato que leva alguém a ser bandido (lato senso), podia, também, afastar a criatividade dessa pessoa. Já que criatividade é dádiva, o bandido não poderia escolher ser criativo. Vamos combinar, dificultaria (ou ainda impossibilitaria) muita coisa. Por essas e outras sou avesso ao “jeitinho brasileiro”. Assim como sou avesso ao chuchu.
 
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