sábado, 10 de novembro de 2007

Criatividade

Criatividade é dádiva, e não escolha. Eu não nasço criativo, mas minha educação me faz assim. A dádiva vem de perceber esse potencial e utilizá-lo. Muita gente quer ser criativa, e funde a cuca pensando, mas não cria. Muitos querem seguir o normal, mas não conseguem, inovam. Muita gente tem absolutas condições de inovar, mas não percebe isso, consequentemente, não usa a criatividade que tem. Ta, mas e qual a razão de escrever sobre isso? Sei lá. Vai ver é falta de criatividade em bolar um tema, portanto, vamos ao cerne da questão! Ou não também. Vou falar sobre o uso da criatividade. Ou melhor, sobre o desuso. Sabemos do “jeitinho brasileiro”, uma pena que na maior parte do tempo o mesmo seja utilizado para o benefício de um em detrimento dos demais, ou para mascarar a realidade. A criatividade é uma faca de dois gumes (que ridícula essa frase, mas dane-se). Ao mesmo tempo que é benéfica é também uma arma. Queria eu que a definição de criatividade afastasse a sua aplicação com a sacanagem (excluindo durante o sexo, onde criatividade é só alegria). Ou melhor, criatividade podia ser antônimo ao marginal. O fato que leva alguém a ser bandido (lato senso), podia, também, afastar a criatividade dessa pessoa. Já que criatividade é dádiva, o bandido não poderia escolher ser criativo. Vamos combinar, dificultaria (ou ainda impossibilitaria) muita coisa. Por essas e outras sou avesso ao “jeitinho brasileiro”. Assim como sou avesso ao chuchu.

1 comentários:

Beto disse...

chuchu? é ... ser avesso ao chuchu é nada criativo! quase todo mundo é.. xuxu

 
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