terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Ambição

Ambição, o que vem a ser a ambição de um certo cidadão? Seria a vontade de crescer de dentro para fora? Um anseio de lutar contra o tempo quando se trata de aquisições ou a própria evolução na vida? De acordo com minha notória e “vasta” experiência, posso afirmar que a ambição segue a equação (Ambição² = força de vontade + sorte). O elemento vontade não pode ser trocado por zero por tratar-se de fator primordial quando se pretende agregar valor em uma decisão futura. O elemento sorte é combinado de números racionais (e por vezes irracionais) seguidos de números primos, números tios, números filhos (no âmbito profissional, por exemplo). O que faz de nós, criaturas obcecadas, focadas e imersas em um mar de ambição? O simples fato de que almejamos sempre “mais” e nada é satisfatório por tanto tempo. Gosto de dizer que a vontade de vencer na vida é um mero detalhe, um detalhe que custa nossa independência, que cria nossos filhos, que mantém uma família feliz. O que você quer: Ser um ambicioso voraz ou um satisfeito pacífico? No mundo que nos encontramos é difícil encontrar pessoas dispostas a lutar até o fim, encontrar profissionais interessados em lucrar por rendimentos parece ser mais difícil que entender o porquê do pão cair com a margarina para baixo. Algo que me perturba é a dúvida de saber por que as pessoas se fixam em concursos que lhe darão uma estabilidade eterna com um salário razoável? Eu acredito no potencial individual, no poder da energia positiva e até na aclive relacionada aos fatores evolutivos. O que não podemos esquecer é que toda fórmula apresenta seus riscos, que todo planejamento contém falhas, que podem ou não serem previstas. Mas algo que não nos damos conta é que diversas vezes atravessamos o campo com a bola, passamos por todos adversários e na hora de chutarmos para o gol, pisamos na bola e tudo vai por água abaixo. Cabe a você decidir se é melhor chutar a bola no início do jogo ou conduzi-la até o final, correndo o risco de o jogo acabar, do adversário te derrubar, ou até mesmo ... de cansar! Façam suas escolhas, seja ambicioso, pense grande, erre por excessos, mas nunca por omissões.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Metamorfose

Com que freqüência renascemos? Ou melhor, com que freqüência você esquece quem você era 30 minutos atrás, para se tornar alguém diferente nos minutos subseqüentes? A habilidade de tentar mudar a nós mesmos está condicionada com o que conhecemos da gente. Vamos combinar, ninguém muda algo que não conhece. Certo dia li algo que, se não me engano, era de Fernando Pessoa, onde a principal idéia era: “precisamos morrer”. E não é que é verdade? Quando morremos temos a oportunidade de renascer. Morre o medo, nasce a coragem. Morre o ócio, nasce o trabalho. Morre a tristeza, o choro, a indignação a depressão, nasce a felicidade incondicional. Aqui voltamos à necessidade de conhecermos o que queremos mudar. Parênteses, só falo em morrer coisas ruins, para nascerem coisas boas. Só mata a tristeza que a conhece, ou quem reconhece que ela está presente, e por aí vai. A metamorfose é a mudança, e a mudança é o elo entre a morte e a vida. Mudar é morrer e renascer, e o estopim é conhecer. É aprender e ter a habilidade para morrer que faz com que sejamos melhores a cada minuto.
 
Copyright 2010 pago bem!