quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Metamorfose

Com que freqüência renascemos? Ou melhor, com que freqüência você esquece quem você era 30 minutos atrás, para se tornar alguém diferente nos minutos subseqüentes? A habilidade de tentar mudar a nós mesmos está condicionada com o que conhecemos da gente. Vamos combinar, ninguém muda algo que não conhece. Certo dia li algo que, se não me engano, era de Fernando Pessoa, onde a principal idéia era: “precisamos morrer”. E não é que é verdade? Quando morremos temos a oportunidade de renascer. Morre o medo, nasce a coragem. Morre o ócio, nasce o trabalho. Morre a tristeza, o choro, a indignação a depressão, nasce a felicidade incondicional. Aqui voltamos à necessidade de conhecermos o que queremos mudar. Parênteses, só falo em morrer coisas ruins, para nascerem coisas boas. Só mata a tristeza que a conhece, ou quem reconhece que ela está presente, e por aí vai. A metamorfose é a mudança, e a mudança é o elo entre a morte e a vida. Mudar é morrer e renascer, e o estopim é conhecer. É aprender e ter a habilidade para morrer que faz com que sejamos melhores a cada minuto.

2 comentários:

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Claudia disse...

Olha ai mais um comentario alem do meu ... uhuuu o publico ta crescendo parabens garotos !
O texto ta mto legal ... e o melhor da metamorfose eh q td mundo passa por ela !
bjux

 
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