segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Quando o Inesperado Acontece...

Poderia ser mais um post sobre um assunto vago, ou até com falta de propriedade, mas não! Só se pode comentar um fato tão marcante quando se passa por tal... E o inesperado aconteceu. De uma forma ou outra, ele dava indícios de que em breve chegaria e traria consigo lágrimas, choro e até o forte aperto no peito. O inesperado, quando chega, às vezes não vem sozinho, o que abre um uma bifurcação entre a notícia boa ou a ruim. Tratando-se de fatos, a inspiração desse texto é nada boa, eu diria que, pela minha “vasta” experiência de 23 anos, jamais pensei que seria tão difícil de compreendê-lo como deveria, embora já houvesse esboçado alguns pensamentos sobre a possibilidade de um “inesperado” a qualquer momento. Mas o fato de pensar, tentar se preparar de nada adianta quando o mesmo chega, da boca pra fora, dito e explicado, nunca conseguiria ser compreendido por alguém que não crê nele, pode ser desenhado e comprovado por cálculos, mas de que adianta? Se o que ouve não concorda e ainda compromete-se em desenvolver uma saída alternativa? Em vão. O inesperado nunca desembarca indeciso, é sempre impetuoso e disposto a motivar o crescimento, seja por bem ou por mal. Concordo que as atribuições que lhe dão são corretas: amadurecedor e fortificante do amor próprio, porém precisava ser tão dolorido? Precisava ter de nos mostrar uma vida tão bela antes disso, para então, trazer a notícia que logicamente jamais seria compreendida? É claro, que se o período antecedente fosse ruim, o inesperado já seria previsto, porém poderia ser evitado. No caso implícito, o inesperado foi resultante de um ano e meio de ótimo convívio, belos momentos, muitas fotos e eternas lembranças. Registros, esses, que são lembrados a cada madrugada, a cada passo pela casa, na abertura do guarda roupa ou até mesmo em um simples passeio de carro. Nesse meio tempo, todo as negociações tomaram conta de mim, as doações então! tamanha a quantidade das mesmas... Sem arrependimentos, remorsos ou raiva, o que fica são as lembranças rodeadas pela esperança de um dia serem vividas novamente, afinal a experiência que as trouxeram tornaram o momento muito feliz, porém acompanhado de um término totalmente inesperado.

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