quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Resposta

Bandeiras do Buda, colocar ao vento para emanar bons fluidos. Trocar em um ano, o que acontecerá até lá? Totalmente into the wild of myself. Sentimentos novos (bons e ruins). Não sou o único mas sou eu “as outras pessoas são espelho, quanto mais eu vejo o meu reflexo nelas, mais gosto de quem eu sou” (Blueberry Nights). Pensamos em muitas perguntas mas às vezes esquecemos de procurar as respostas, de dar respostas, de fazer a nossa parte... Colocar ao vento... mas e se voar... E os bons fluidos? Escafandro e a Borboleta, estamos todos “escafandrados”, não fazemos as coisas por medo, falta de tempo, “o que os outros vão pensar?”. Botar a cara! O que me espera lá fora? Um alce? Um beijo roubado? Um mantra? Uma bola nas costas? Um bebê velho? “Hapiness is only real when shared”. Com quem, Supertramp? Posso ser feliz e descobrir que não era? Por que é proibido pisar na grama? E o amor? É banal ou não? Todos amam? Ou acham que amam? All we need is love? O contrário do amor é o desprezo, ou seja ódio e amor podem andar juntos! Podemos ser dois ou mais ao mesmo tempo ou com diferentes pessoas? O que nos molda? O que somos? Acho que sei por que sou! Abdico de tudo por um ideal! Bem tranki de carona ou táxi!

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Essência.

Assim como o vento gélido vara o sol que queima, sigo em frente, dia-a-dia.

Pouco penso, muito faço, nos momentos em que posso seguir em frente.

Aos poucos percebo que pouco faço e muito penso, em qualquer momento.

Momento. Ah, os momentos.

Muito fiz, pouco lembro. Lembro muito o que pouco fiz. Sem arrependimento.

Assim como os dias e as noites, muito foi feito para ser lembrado.

Pouco importa.

O tempo passa, implacável. Ainda bem.

Não fosse o tempo, o momento não findaria.

O prazer, mesmo que temporário, para sempre se estenderia.

E perderia a graça.

A graça que está nos momentos, aqueles delimitados pelo tempo.

Mas e dentro de nós, como fica o momento?

Pouco importa.

O tempo passa, implacável. Ainda bem?

Assim como os pés tortos possuem chinelos que os completam, meus momentos me completam.

Lembro agora tudo que fiz. Por um momento estou completo.

Da memória, o aprendizado.

Do aprendizado, a essência.

A conclusão: tudo que fiz faz parte da minha essência.

Tudo importa. O tempo passa, e continuará passando. Ainda bem!

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

A Ciência do Sex Appeal

O estudo dos corpos realmente é algo que fascina. Se analisado juntamente com a estrutura corporal e o jeito que a mesma se move, torna-se algo majestoso. Mas o sex appeal é mais que isso, é algo que atrai, que chama atenção que move olhos e desperta muitos esboços faciais, quiçá dos membros... falo das extremidades do corpo humano. Mas o que se entende por sex appeal? Seria o chamado sexual, a linguagem de corpos, a transcendência entre o direto e o indireto ou talvez a mensagem subliminar da atração de pessoas que buscam algo mais que um singelo “oi”? Pois bem, comprovado está que o sex appeal sustenta variáveis adversas bem como status social, nível do intelecto, beleza exterior, veículo e conta bancária. Uma pessoa bonita é diferentemente notada quando sua roupagem não está de acordo com a ocasião no mesmo modo que uma pessoa nada apresentável é movida por adereços valiosos ou de interesse da sociedade materialista. O que pode causar um desconforto é que nem tudo se baseia no que os olhos veem, mas sim no que a mente necessita compreender. Note que o “veem” anterior já obedece à nova norma ortográfica. Mas voltando ao assunto, qual mulher não se interessa por aquele homem que tem uma bela proposta de futuro? E qual homem não sentir-se-ia atraído pela garota independente e bem resolvida? Pois bem, saber diferenciar sex appeal com jogos de interesses é o xis da questão. O golpe do baú também não pode ser encarado como semelhante do sex appeal, embora seja fortemente alavancado quando se efetua a equação do sex appeal + incompetência de visualizar um bom futuro por si só. Embora o mundo esteja encaminhando-se para teorias aonde não se julga mais o amor, e sim a possibilidade de um futuro sólido, ainda há os que acreditam no tradicional sex appeal; um bom perfume, uma bela roupa, uma sensacional forma de portar-se. Acredito que as características sinceras e honestas de alguém possam transformar a imagem de um cidadão singular em um portador de um sex appeal extremo. Mesmo que existam os interessados em uma companhia que supra a ineficiência própria, ainda existem “tipos” como o que vos escreve, tradicionais amantes da sedução oposta e exímios admiradores do processo da conquista natural. Ass.: Don Juan

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Dúvidas Essenciais

Estava lendo coisas antigas escritas por mim, notei que é um ótimo meio de descobrirmos como éramos. Constatei que eu era um guri sonhador e ingênuo mas tinha as minhas certezas. Sem falsa modéstia impressionei-me com minha maturidade, isso por volta dos 18 anos. Tinha vários objetivos e sentimentos puros. Com o passar dos anos minha essência manteve-se a mesma, mas a experiência me tornou um pouco mais duro. Alguns objetivos foram consolidados, mas não exatamente como eu imaginava. Eu e pessoas de minha volta (inclusive parceiros de blog) estamos pensando muito nisso ultimamente. Certezas que viram dúvidas e se diluem em horas e horas de filosofia intima. Tudo isso com certeza é muito benéfico para o desenvolvimento pessoal e muito natural em nossa fase da vida, os vinte e poucos anos. Algo que aprendi é que nesses momentos é que surgem idéias geniais, amadurecimento, crescimento. É o momento de decolar a carreira profissional e nos consolidarmos como seres humanos adultos. No texto que li escrito à uns seis anos atrás eu dizia que seguiria fazendo a coisa certa. O que é fazer a coisa certa? Acho que todos no nosso íntimo sabemos... É o que me proponho manter-me fazendo a coisa certa. Na época um mantra para mim (nostálgico eu?) era uma música do Renato Russo que dizia: “Se você quiser alguém em quem confiar/ Confie em si mesmo/ Quem acredita sempre alcança”. Passei um tempo com essa filosofia em “banho Maria”, mas hoje a tenho presente comigo. Sei que não quero endurecer, como muitas pessoas mais velhas que conheço, mas também não quero ser tão mole como era... Talvez o equilíbrio seja o ideal... O que me deixa mais seguro é uma fase atribuída a Sócrates por Platão: “Só sei que nada sei!”.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Dúvidas, ansiedade e certezas.

Depois de um tempo passei a questionar certos pensamentos. Certezas viraram dúvidas. Dúvidas viraram certezas. E alguns pensamentos permaneceram intactos. No meio disso tudo, a ansiedade. Querer ter mais certezas do que incertezas. Querer que as dúvidas evoluam. Querer o que se quer. Conseguir o que se consegue. E no meio disso tudo, a ansiedade. Como saber o que é certo? Como saber quando aquela dúvida deixou de ser dúvida? Como entender a certeza e saber que ela deixou de ser dúvida? No meio de todo o raciocínio lógico há um coração que fala mais alto. A única certeza que tenho hoje era uma dúvida de muito, mas muito tempo. Devo dizer que gosto dela, que não sai mais da minha cabeça, que deixa o meu sono meio irrequieto. A vida mais colorida. O sabor mais gostoso. Os cheiros ainda mais apaixonantes. O mundo muito mais sorridente. Como sei? Não sei. Meu coração me disse. E que bom gosto ele tem. O problema nasce quando as certezas dependem de outros. Se é que isso é um problema. Isso é ansiedade. Que deixa as coisas mais divertidas. Fortalece as incertezas, que, quem sabe, um dia virarão certezas. Dúvidas sobre a minha única certeza existem. E meu coração diz que um dia elas evoluirão. Virarão certezas. O mundo que já é suficientemente lindo, ficará ainda mais belo. Que bom que minha certeza conta com a dúvida de outra pessoa, pois duas pessoas são melhores do que uma só! E que dia mais lindo hoje!
 
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