terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

A Ciência do Sex Appeal

O estudo dos corpos realmente é algo que fascina. Se analisado juntamente com a estrutura corporal e o jeito que a mesma se move, torna-se algo majestoso. Mas o sex appeal é mais que isso, é algo que atrai, que chama atenção que move olhos e desperta muitos esboços faciais, quiçá dos membros... falo das extremidades do corpo humano. Mas o que se entende por sex appeal? Seria o chamado sexual, a linguagem de corpos, a transcendência entre o direto e o indireto ou talvez a mensagem subliminar da atração de pessoas que buscam algo mais que um singelo “oi”? Pois bem, comprovado está que o sex appeal sustenta variáveis adversas bem como status social, nível do intelecto, beleza exterior, veículo e conta bancária. Uma pessoa bonita é diferentemente notada quando sua roupagem não está de acordo com a ocasião no mesmo modo que uma pessoa nada apresentável é movida por adereços valiosos ou de interesse da sociedade materialista. O que pode causar um desconforto é que nem tudo se baseia no que os olhos veem, mas sim no que a mente necessita compreender. Note que o “veem” anterior já obedece à nova norma ortográfica. Mas voltando ao assunto, qual mulher não se interessa por aquele homem que tem uma bela proposta de futuro? E qual homem não sentir-se-ia atraído pela garota independente e bem resolvida? Pois bem, saber diferenciar sex appeal com jogos de interesses é o xis da questão. O golpe do baú também não pode ser encarado como semelhante do sex appeal, embora seja fortemente alavancado quando se efetua a equação do sex appeal + incompetência de visualizar um bom futuro por si só. Embora o mundo esteja encaminhando-se para teorias aonde não se julga mais o amor, e sim a possibilidade de um futuro sólido, ainda há os que acreditam no tradicional sex appeal; um bom perfume, uma bela roupa, uma sensacional forma de portar-se. Acredito que as características sinceras e honestas de alguém possam transformar a imagem de um cidadão singular em um portador de um sex appeal extremo. Mesmo que existam os interessados em uma companhia que supra a ineficiência própria, ainda existem “tipos” como o que vos escreve, tradicionais amantes da sedução oposta e exímios admiradores do processo da conquista natural. Ass.: Don Juan

38 comentários:

Tuguito disse...

"que os olhos veem" - Reforma ortográfica ON no blog.

Cláudia disse...

Embora o mundo esteja encaminhando-se para teorias aonde não se julga mais o amor, e sim a possibilidade de um futuro sólido, ainda há os que acreditam no tradicional sex appeal; um bom perfume, uma bela roupa, uma sensacional forma de portar-se.... nesta linha acrescento... qual ser não busca o tão ouvido apaixonar-se, morrer de amor? assim como surge o interesse da aproximação, todos os demais sentimentos insaciaveis humanos se lançam na direção daquele ser, que lhe pareça poder suprir as faltas nossas e nos fazer melhores. Assim buscamos encontrar em detalhes superficiais padrões que possam dizer na linguagem corporal que ali se encontra o que buscamos ou que ha algo que possa nos satisfazer de algum modo.

Peter disse...

mas e se for tudo falso?

se for um experto antenado que faz isso para parecer apaixonante?

Beto disse...

acho que isso vai além dos pontos de vista... tá dentro de cada um acreditar na mentira ou na verdade. Eu já não acredito em mais nada, a não ser no sucesso do pagobem!!!

Cláudia disse...

Cada ser sabe enfastiar se os sentidos, o inconsciente busca o que se diz melhor a si, mesmo sabendo que não o seja, os olhos enxergam o que querem ver, mas abrem se também quando querem...

Peter disse...

Sejamos sinceros e realistas. Existem pessoas e estas pessoas possuem diferentes pontos de vista.

Sem generalismos.

Há quem procure o "amor verdadeiro", há quem procure o sexo casual.

Dentre estes, há quem utilize-se do seu Sex Appeal, o que considero pessoal.

Para alguns é uma roupa mais sensual, um perfume, um bem material. Para outros um olhar, um charme, um detalhe subjetivo.

Discordarei que o mundo esteja negando teorias "românticas". Concordo, sim, que estas estão em desuso.

Para os que não acreditam no amor, ou simplesmente não o praticam, o materialismo ajuda e forma o Sex Appeal.

Agora, para quem busca outras coisas, como o ser romântico, acho brabo uma conta bancária pesar ao ponto de influenciar uma decisão.

E isso não é só coisa de novela.

Quer saber, quando da conquista, todas as armas podem ser letais. Depende do alvo (sem pejorativismo).

Peter disse...

Tuguito? por favor...

Teuso disse...

Love is just a game!

Sigmund Freud disse...

O inconsciente, definitivamente, não busca o que se diz melhor a si. Ele não conhece nenhuma moral, apenas ética. Se existe um conceito de BEM ou BELO (aquele do Soweto), o inconsciente não o busca, sequer o reconhece.

Nike disse...

"No games, just sports".

Peter disse...

não sou Freud, mas tenho minhas dúvidas se o inconsciente busca o "ruim", o "o incerto", o "duvidoso"...

acho que insconscientemente buscamos o que é bom para gente, que nos completa, por mais que o que conseguimos não seja bom...

é o caso dos viciados... o corpo busca algo que lhe faz bem, mas no contexto apenas traz o mal...

se tem uma coisa que o inconsciente sabe é o que lhe faz bem...

saca?

é paradoxal...

Cláudia disse...

Exato E=MC²
O sex appeal é um paradoxo, porque no momento em que discutimos o que é para este ou aquele falamos nas pessoas e não acredito que o sex appeal tenha a ver com romance ou sexo, mas é o .. opa vi algo, dois passos atrás e quem é vc ??... É o chamar a atenção, e esse expontaneo ou quase que involuntario acontece. Obvio que vc não vai para a balada sem maquiagem para as pessoas não perceberem que vc esta lá, vc vai bem maquiada para despertar desejo aos outros ou melhor a si, pq cultivar o sex appeal é mais prazeroso do que simplesmente ter.
É a porta de entrada para um caminho ou simplesmente aquela piscadinha basica e um riso facil, que não vai evoluir.

Sigmund Freud disse...

Eu me reviro no túmulo. Tanto trabalho pra trazer o psiquismo à luz da ciência e - mesmo depois de mais de um século depois da publicação de Traumdeutung - ainda dizem isso:
"se tem uma coisa que o inconsciente sabe é o que lhe faz bem...". Isso parece paradoxal, mas na verdade é incorreto. Tão falso quanto dizer que o inconsciente busca o "mal", o "errado" e etc. Vejamos por quê:
Se o que o inconsciente "sabe" fosse para o bem do sujeito, esse "saber" não teria que ter sido recalcado para o inconsciente. É uma idéia romântica que as pessoas tendem a criar para si: "um dia descubro quem realmente sou, lá no fundo, e sigo meu verdadeiro caminho" ou "o que é meu tá guardado" e afins.
Tampouco tenderia para sabotar a "felicidade" ou o "sucesso" do cidadão. Como disse (desde 1895, meus caros), a idéia de BEM ou MAL não chega ao inconsciente. Se assim fosse, ele faria você vomitar toda vez que comesse fritura ou faria que você tivesse insônia toda vez que tomasse uma decisão errada na vida (como se lhe desse recados de erros e certos no caminho do "bem"; noção completamente falsa). É insuportável viver sem eleger uma noção do que é certo ou errado, bem ou mal para nossa vida, por isso inventamos coisas absurdas ("vou rezar antes de toda refeição para mostrar a Deus que sou grato", "farei o bem para as pessoas e irei para o céu", "hoje sairei com a minha cueca da sorte","a social do beira-rio dá azar", "ele nasceu paraplégico porque em vidas passadas torturou pessoas" e etc). Pra conviver com a perspectiva da finitude de possibilidades, de conhecimento, de tempo de vida e etc, bolamos infinitas asneiras. O que disse (desde 1890, amigos!) é que o inconsciente é uma existência aquém dessas antíteses e convenções sociais.

Beto disse...

Acredito que buscar o que eh bom ou ruim está além do inconsciente, além do querer, além do fazer por merecer... e o sex appeal entra aonde? Na quebra dos paradigmas! De onde um sex appeal pode render bons frutos (espasmos) quando se notado, quando se visto com bons olhos... Do ponto de vista que o sex appeal pode trazer a tona momentos ímpares de felicidade, o mesmo pode contribuir positivamente para o saldo da noite!

Sigmund Freud disse...

Sex appeal é o caralho. Literalmente.

Beto disse...

Freud explica

Sigmund Freud disse...

Explico mesmo.

Beto disse...

Então me diz quem veio primeiro, o ovo ou a galinha?

Peter disse...

pouco importa... galinhas não tem sex appeal...

o caralho pode fazer parte do sex appeal... mas o "sex appeal" é o conjunto da obra...

o que é o inconsciente, freud?

Beto disse...

o caraglio nao faz parte do sex appeal ... o "monte" é que faz parte do sex appeal. Aí está a jogada. Sex appeal é tudo aquilo que chama atenção dos olhos, ou então tem alguém frequentando saunas...

Peter disse...

o "monte" é o pacote que embrulha do dito cujo? se for então o mesmo faz parte, definitivamente do sex appeal... tem gente que usa meia...

Beto disse...

quem? um "amigo" seu?

Velho Decrépito disse...

Outrora ele era meu "amigo". Hoje em dia tornou-se "inimigo".

Cuidado juventude: o tempo é implacável.

Sigmund Freud disse...

Ora, Sr. Beto. Eu não disse que dou respostas como essa (primeiro o ovo ou a galinha). Eu disse que EXPLICO. Assim que vocês arranjarem a resposta, eu a explicarei. Aliás, tem galinha que gosta de ovo, o que novamente reforça a teoria de que o Sex Appeal é o caralho, mesmo se o caralho for uma meia ou uma berinjela (conforme possibilidade aberta por Sr. Peter).
Sobre "o que é o inconsciente", caro Peter, é uma estrutura de linguagem ao qual somos assujeitados. Qualquer coisa, leia o meu excelente "Das Unbewusste" de 1915.

Beto disse...

Caro Freud. Que o senhor explica, todos sabemos, que o senhor é 'introduzido' no mundo sábio, todos sabemos. Também temos pleno conhecimento de seu caráter objetivo quando se faz menção da explanação em primeira pessoa. O que intriga os leitores desse fabuloso blog, é a sua postura um tanto quanto segura quando se destaca o assunto ovo + galinhas. Compartilhe para conosco essa experiência. Muitos casos com galinhas e/ou ovos?

Don Juan disse...

Estimados,

Juro que tentei estudar "Das Unbewusste", ou o Inconsciente Psicanalítico, no original alemão meu colega comentarista.

Entretanto, discrepâncias temporais (como o termo ser anterior à fundação da Psicanálise), culturais (como seu sentido diverso marca a diferença entre Psicanálise e outros saberes) e a-deterministas (com o perdão da incorreção linguística), não concordei com a conclusão a que chegaste, Freud, de que o inconsciente é um sistema psíquico autônomo regido por leis próprias.

Foi com tuas próprias palavras: "temos para tal processo a mesma relação que temos com um processo psíquico de uma outra pessoa, exceto que, de fato, se trata de um processo nosso, mesmo", e questionando tuas 'tópicas', que asseverei novo significado ao princípio da realidade.

Trouxe o aprazado de que a relação com processos psíquicos interpessoais criam a realidade que presenciamos.

Ao discorrer sobre e ad argumentadum com as premissas, percebi que posso evoluir o princípio do prazer de meu interlocutor, conscientemente (ou meticulosamente) criando a realidade.

Coloquei em prática minha teoria com o sexo feminino.

Creio que tem se mostrado eficaz.

Sugiro o mesmo, menos antíteses, mais mulheres.

Don Juan disse...

Beto: não poste com meu nome. Obrigado.

Jacques Lacan disse...

Douto discípulo. Subverte a lógica em proveito próprio.

Platão disse...

Sempre levei em consideração as idéias de Sócrates (professor do meu colegial), de Parmênides e de Pitágoras, além da teoria órfica (o corpo é o cárcere da alma), desenvolvi uma teoria, a Teoria das Idéias, que procura dar explicação às perguntas mais complexas da filosofia. Acredito que o sex appeal também englobe esse mundo visionário que é a ciência do balanço corporal.
Acredito serem as Idéias Perfeitas o extrato da realidade, enquanto que o sensível (o que podemos sentir, usando os sentidos), que nos é dado pelo corpo, é um elemento que verdadeiramente atrapalha nosso espírito no conhecimento das Idéias Puras.
Como? Assim ó: Crio dois mundos (idéia originária, em parte, do meu amigão Parmênides), um chamado Mundo das Idéias, onde a idéia das coisas é pura e perfeita (segundo o Ari [Aristóteles], meu aluno, essas idéias eram os conceitos das coisas), e outro que chama de Mundo Sensível, onde os sentidos apreendem as coisas apenas em parte, turvando as idéias puras das coisas.
Exemplo para vocês, meus doutrinados: todos os professores de uma universidade podem se enfileirar diante de uma só classe de alunos. O que verão os alunos? Um professor alto, magro e mais velho, outro mais baixo, mais gordo e mais novo, uma professora boazuda, uma mais velha e mais séria, outro professor tão novo que parece um aluno, etc.. Ora, todos eles tem algo em comum, é claro: são professores. Porém, se os observarmos individualmente, não são iguais, e se os escutarmos, veremos que nem mesmo dão aula da mesma forma. Mas algo permanece: são professores. Muito bem, essa observação das diferenças físicas, didáticas, etc., dos professores, pode nos levar até mesmo a acreditar que muitos deles não sejam sequer professores, mas sim um avô, um pai, um aluno, um médico, etc.. Porém são professores. A idéia de professor, dessa forma, está sendo atrapalhada por nossos sentidos, que observam essas características individuais e turvam a idéia primeira, primordial, a Idéia de professor.
A percepção do sex appeal varia, porém da idéia inicial mas jamais não circundará a consolidação de informações e de conteúdo que engloba a teoria das idéias. Do mesmo modo que uma pessoa do sexo feminino pode ter seu poder conotativo difundido erroneamente. Semana passada fui em uma balada na Grécia e fiquei na dúvida. Coloquei todas elas em fila. Tinha uma clandestina, outra tecelã, algumas parteiras. O saldo da noite foi positivo, se acumularmos a teoria da idéia de que todas me forneceram seus atributos macros, como fêmeas. No entanto, parando para assimilar a idéia de mundos e cenários diferentes, vi que a harmonia entre corpo e espírito destoava acerca de cada uma.

Schopenhauer disse...

Tu eu respeito. Ari não. Não foi homem para escrever sobre a Dialética Eirística.

É tudo retórica. Sex appeal inclusive.

Sigmund Freud disse...

Caro Don Juan,
Em primeiro lugar, o Senhor não passa de uma ex-sistência mítica (o que torna esse diálogo mais bizarro, afinal, muito embora eu esteja morto, eu - um dia - estive vivo!). Seus argumentos são falsos, pois me contrariam a partir de conclusões incorretas acerca dos meus postulados e conceitos. Se não os lê em alemão, vocês simplesmente não os lê de maneira nenhuma. (Por essas e outras atribuo ao Sr. Lacan a capacidade de levar adiante meu legado de forma única e exclusiva) Mesmo assim, a tática "pau-pra-fora", "ferro-na-boneca" ou "prá-cima-delas-tudo" funcionará sempre a ser favor, caro Don Juan, se usada sabiamente; coisa que todos sabemos que você é capaz, mesmo que miticamente, afinal, mesmo sem ter existido, comeu todas mulheres. Eu explico.
Quanto a Platão e ao Schopenhauer, que vão estudar Aristóteles e baixar a bolinha (já que nessa ausência de cronologia isso é possível).

Claudia disse...

Que bagunça não comento mais ....

Natalix disse...

A questão é: Qual a validade da dissertação de quem não tem sex appeal?

Don Juan disse...

Sempre achei Freud meio psicótico-bicha-louca que dá piti quando contrariado... retórica pode e não pode ser lógica, colega.

Continuo discordando e aproveitando da tática pau-pra-fora. Alguma vez fizeste isso (sem o intuito de urinar)?

Peter disse...

No meio do exercício hermenêutico de um bando de teóricos desocupados, eis que surge uma boa pergunta...

Toda exposição é válida. Não é apenas Sex Appeal que vale. Ou até mesmo o Sex Appeal pode ser interior, intrínseco... só sendo revelado quando depois de uma conversa.

O que é Sex Appeal (na melhor acepção da palavra) para mim, pode não ser para você.

A questão evolui para "como saber se alguém não tem Sex Appeal"?

Beto disse...

Coloca no escuro, se brilhar... não tem sex appeal!

Anônimo disse...

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Anônimo disse...

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