domingo, 31 de maio de 2009

Super-Homem

Ah se a moda pega...

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Fura-olho

Alguém já falou sobre expectativas aqui no blog. Essa tiazinha sabe como furar as expectativas do Homem-Aranha com Inchaço.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

A cereja do bolo.

Pois é.

Durante nossa vida deparamos-nos com coisas que nos fazem refletir, e hoje tive a oportunidade de refletir sobre a "a cereja do bolo".

A cereja do bolo é o diferencial. É o que destaca. É o que dá sentido. É o que tira o fôlego. É o que nos faz correr atrás, nos motiva, nos dá gana. É aquilo que nos faz recordar algo com felicidade imensa.

Entendam o que quiserem, mas todos nós temos o nosso bolo. E sempre existe espaço para uma cereja.

Ouso dizer que uma vida é feita de muitos bolos (para azar ou felicidade daqueles que vivem em pecado com doces).

O que aprendi com a cereja do meu bolo (ou será a maçã?) é que coisas simples podem dar significado ao que antes era incompreensível.

Uma frase dita no momento certo pode trazer à tona a compreensão de coisas que antes passavam desapercebidas, e que fazem parte indispensável de uma vida feliz e completa.

As cerejas são diferentes para cada pessoa. Assim como o bolo. Já vi cerejas que foram um simples momento, mas que marcaram a pessoa. Já vi cerejas sendo construídas de momentos, pequenos instantes, que, juntos, fizeram a diferença.

Minha cereja mais recente foi assim. Vários momentos, que, juntos, fizeram que eu aprendesse que a vida é mais simples do que parece.

Precisamos de grandes aspirações, de sonhos ambiciosos, de metas que nos levem às alturas. E também precisamos abrir os olhos para o que está do nosso lado.

Sem perceber podemos focar no alto, e esquecer daqui de baixo, criando um sentimento de vazio, já que o alto continua sempre alto.

Mas as cerejas do bolo fazem parte da escada que nos ajuda a atingir o topo.

O que aprendi?

A cereja do meu bolo foi aprender a abrir os olhos e o coração para os pequenos momentos, perdendo o medo de se entregar, deixando a mostra um 'eu' verdadeiro.

E agora fiquei curioso. Qual será a cereja do seu bolo? (podem escrever anonimamente, se acharem melhor)

Abraço!

terça-feira, 19 de maio de 2009

A arte de virar o jogo

Mais conhecido como salvar a pele, livrar a cara, a arte de virar o jogo também pode ser compreendida como uma filosofia de vida, como um constante busca ao mérito de reverter uma situação desfavorável. O que preocupa (ou motiva) é o risco que se toma ao deparar-se com uma situação aonde se necessita inverter as vantagens ou, sobretudo, alavancar resultados para que, em suma, não se leve uma derrota, um toco, ou até mesmo uma aliança no chão. Acompanhada pela destreza e desenvoltura de quem sabe utilizar uma singela escada, a arte de virar o jogo consiste em um rito que se sobressai ao acúmulo dos degraus, afinal é imprescindível atingir o topo da mesma, caso contrário a derrota é recebida nos acréscimos. No mesmo modo que um jogo, essa arte é, corriqueiramente, confundida pela arte de iludir (quem sabe um futuro tópico). Virar o jogo não consiste em ludibriar um terceiro, engambelar um segundo, enrolar-se a si mesmo; consiste em utilizar fatos mal localizados e nada observados como fatos chave para que uma idéia seja compreendida por si só. Ainda assim, se a verdade não for totalmente compreendida e o placar não sofrer alterações, tente virar o jogo através de táticas perfumadas. Aí, leitor, você se pergunta! “What porra is that?”. Perfumar uma verdade, amanteigar uma história, abrilhantar um fato é tão simples como virar um jogo. Imagine uma frase qualquer e pense como injetar mais emoção, como traduzir tudo isso em uma oração que expresse mais envolvimento emocional. Tente utilizar palavras como: Nossa (emoção), expressões: Você não imagina (desperta curiosidade), trejeitos: Bah (bah). É claro que cada jogador é capaz de desenvolver suas próprias onomatopéias ou conjunções verbais para perfumar a sua história. Ser duro, intenso e sagaz também contribui para que uma verdade seja corretamente lapidada ou uma jogada possa ser efetuada com maestria. A contradição jamais poderá estar presente em um diálogo aonde haja a necessidade do jogador virar o jogo, estudos revelam que em jogo de contradições, o adversário sempre obtém a vitória nos pênaltis, ou seja, você está quase lá, porém na última contradição perde o jogo como um toque de Midas. Em um simples contato, tudo vai por água abaixo (em alguns casos, a pessoa veste-se e vai embora). Pois bem, a arte de virar o jogo é o conjunto de verdades perfumadas aonde o contexto do jogo influencia diretamente a posse de bola do jogador. De nada adianta uma jogada positiva aonde a posição de retranca iluda o mesmo, pensando que seja possível resgatar um resultado mostrando fragilidades e devaneios. Para o jogador que pretende virar o jogo, a equação precisa ser muito bem elaborada com embasamento tradicional, sempre almejando o troféu, mesmo que ele tenha uma previsão de premiação para o 13º jogo, afinal para esses casos, o interessante é praticar alguns amistosos.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Pneu Furado e a Sociedade

Pois ontem meu pneu dianteiro direito furou. Tudo bem sem pânico, pneus furam, caso contrário não existiriam os borracheiros. Fui então trocá-lo, não sou um expert em trocas de pneu, em média faço uma troca de pneu por ano, portanto tô meio fora de ritmo. Peguei o macaco, coloquei embaixo do carro e comecei a levantá-lo. Mas um problema aconteceu, o carro estava inclinado e o macaco começou a escorregar, o carro não levantava de jeito nenhum! Eis que surge um amigo e sugere por uma pedra entre o macaco e o meio fio da calçada para evitar que o macaco escorregasse. Beleza! Problema resolvido! O carro subiu e consegui tirar o pneu furado. Mas então outro problema aconteceu! O carro não estava alto o bastante pra encaixar o estepe. Então surgiu um terceiro elemento, não com um macaco! Com um orangotango! O troço era bom mesmo! Levantou mais um pouco o meu carro e consegui, enfim, pôr o estepe! Refletindo sobre a peculiar situação pensei da importância de vivermos em uma sociedade. Ultimamente ando pensando muito na sociedade e em nós, seres humanos que a constituímos. Ando vendo, seja por escândalos políticos como o das passagens aéreas ou por fatos que ocorrem no dia-a-dia, coisas que me fazem pensar que a sociedade (e por conseqüência os seres humanos) esta perdida. As pessoas são egoístas, fazem mal às outras pessoas, e vivem como ratos em uma gaiola, correndo em uma rodinha gigante sem saber e nem se perguntar o porquê de tudo isso! Mas não posso pensar que a sociedade esta perdida, senão eu não poderia acreditar nas pessoas que me rodeiam e em mim! E o meu carro estaria, até agora sem pneu! Só não posso me conformar com comodismos, com o tem que ter, com a ganância por ter mais, status, dinheiro, poder. Isso sim enfraquece a sociedade e as pessoas! De que vale ter estabilidade, carreira, família e tomar antidepressivos? Se satisfazer com prazeres superficiais e se esquecer das coisas que realmente nos importam! Afinal nem todos tem a mesma vocação as pessoas são diferentes! Não é possível que todos tenham os mesmos pensamentos! Ta tudo isso é muito bonito! Mas e daí, como fica a sociedade se todos forem atrás de seus objetivos mais íntimos? Quem vai ser o borracheiro? O motorista? O vigia noturno? O pedreiro? Por isso que a sociedade nunca mudará, pois se todos pensassem assim ela não funcionaria. É mais negócio para todos nós que a preocupação geral seja o BBB e o futebol no final de semana! E curtir a vida! Encher a cara, deixar a vida nos levar! Extravasar! Esquecer de tudo! E viver felizes! Ou seria com lampejos de euforia? Bah cheguei longe nessa! Hehehehehe !!! Juro que só ia contar sobre a minha experiência com o pneu e dizer que acredito na sociedade! Mas me excedi!!

terça-feira, 12 de maio de 2009

A vida ao acaso.

Era atípico.

Ele era atípico, suas atitudes eram atípicas, suas roupas eram atípicas. Assim como suas histórias.

Acordou como se tivesse levado um susto. Despertara de um daqueles sonhos que te fazem bem, mas ao mesmo tempo te deixam triste, pois não queria que ele acabasse.

Vestiu-se com um jeans velho e surrado, gasto pelo uso continuado, já com as formas de seu corpo. Não muito diferente era o tênis que colocou. Velho, sujo e confortável.

A camiseta era básica, sem estampas, frases ou cores chamativas. Branca. Assim como aquele sonho que acabara, mas não tinha acabado.

Não sabia se estava completamente desperto. Só sabia que não tinha sono. Não sabia que horas eram, tampouco lembrava o dia da semana. Sexta? Sábado? Quinta?

Pouco importava.

Bebeu um copo de café preto. O gosto amargo desceu arranhando seu corpo. Pudera, havia sobrado do dia anterior, e não tinha açúcar.

Aliás, açúcar não era preciso. Sua mente estava doce. Assim como seu sorriso.

Fechou seu apartamento. Desceu até sua garagem e abriu o carro.

Entrou com vagar, ainda pensando no que iria fazer.

Atípico.

Ligou o carro, conferiu o tanque de gasolina, miraculosamente cheio. Cheio como seu coração, repleto de esperança. Cheio como sua cabeça ficaria em instantes.

Não ligou o som. Não precisava de música naquele momento.

Manobrou o carro e rumou à estrada mais próxima.

Devia ser feriado. Não haviam outros carros na estrada. Ou seria a hora?

Algo dizia que era muito, mas muito cedo. A luz do sol estava baixa, conferindo àquela estrada uma sensação confortante.

Pensou: “É hoje. Vou guiar minha vida.”

Ligou seu Ipod no rádio do carro e deixou que aquele aparelho ditasse a trilha sonora. Não haveria motivos para selecionar este ou aquele artista, afinal, só tinha coisas que gostava. O acaso que levara sua vida até aquele momento levaria agora apenas sua trilha sonora. A outra trilha ele faria.

Com os vidros abertos, deixou que o vento fizesse com que aquele dia fosse único. Talvez o primeiro.

Foi dirigindo, apenas.

Por uma estrada que não sabia aonde o levaria, foi guiando seu carro. Sentia que estava guiando sua vida.

A estrada é como a vida. A vida não é um caminho?

Foi trilhando um novo caminho.

Sua vida nova começaria aonde seu combustível acabasse.

Talvez o acaso tivesse um papel importante em sua vida. Pararia em um lugar ao acaso, e lá viveria. O acaso que ele afastara acabaria trilhando seu caminho.

Longas horas passaram enquanto dirigia. Não sentiu nada que fizesse com que ele parasse de dirigir.

Conectou-se à estrada assim como com sua vida.

Durante a estrada lembrou sua infância. Os momentos de alegria com seus pais. As brincadeiras de criança. Sua adolescência, sua escola.

Lembrou de todas as mulheres que teve, as que deixou de ter, as lições aprendidas com cada uma.

Lembrou de seus empregos, suas viagens e os filmes que viu.

Chorou cada vez que lembrava de seus heróis e as lições que havia aprendido. Chorou com os amigos que se foram e com as derrotas que teve.

Logo voltava a sorrir, já que cada derrota lhe proporcionou um aprendizado.

A estrada, o vento no rosto, o sol dando algumas dicas que muito tempo havia passado fizeram com que ele chegasse a uma conclusão: “Nasci de novo.”

Nascera um novo homem. Atípico.

A gasolina acabou e o sol baixou. Chegara em um lugar muito longe daquele que havia sido sua casa.

Juntou os trocados que tinha na carteira, procurou um hotel.

Não perguntou onde estava, que dia era ou que horas. Apenas pediu um quarto.

Tomou um banho quente e demorado. Bebeu um copo de água gelada e foi dormir.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Pra quem não viu 3

sábado, 9 de maio de 2009

Estraga prazer

Poderia começar esse parágrafo com qualquer semelhança com o real, porém trata-se da verdade absurda, de fatos realmente marcantes, de casos perturbantes, de cenas desagradáveis mas sólidas. O que motivou-me a escrever breves dizeres sobre esse tópico, foram alguns acontecimentos que circundaram-me, obrigando minha pessoa a praticar a partilha para com leitores, fãs, amigos, homens ou mulheres, heterossexuais ou designers. Há algo mais provocante que o nojo? Aquele nojo que realmente invade o poder de controle e acaba avassalando o desejo que lhe é peculiar no momento? Pois bem, traduzo todo esse rodeio por uma “mosca na comida”, um “cabelo na salada”. Ahh! Pior que NX Zero na voz de Wanessa Camargo ou de Redetv com Gugu Liberato. Pois bem, algo que me incomoda é como aquela mosca adentrou o microondas, como? No decorrer de minutos, horas e até alguns devaneios repentinos, elaborei teorias de como as moscas surgem. Há inseto mais provocante? Há inseto mais cínico? A mosca definitivamente consegue ser o algoz da casa, a notícia ruim em sábado de tarde, o chefe chegando cedo em pleno regresso de férias. 1. As moscas esperam você se servir, para então adentrar sua casa? 2. As moscas brotam do “nada”? 3. As moscas acompanham o rótulo dos produtos? 4. Não contém glútem é besteira, deveríamos procurar não contém mosca? Confesso que à conclusão alguma cheguei. Confesso que depois de ver a mosca torrada na borda do meu prato, toda fome sumiu, beneficiando meu rígido controle nutricional movido a choques e banhos de água fria. Admito, não comi aquela comida, fui obrigado a me servir de novo em um prato limpo. Perdi a fome, sério! Mas recuperei em seguida. Só de lembrar a mosca torrada já perda o apetite, olhava para a panela e a fome voltava, pensava no suco da mosca e tinha náuseas, olhava para o churrasco e tinha fome, recordava a cena bizarra e ensaiava uma breve fúria, abria a geladeira e sentia frio, bem, CHEGA! Pois bem, quando pensei que estaria livre daquele tenebroso dia, acabo sendo vitimado de uma senhorita muito educada no restaurante hoje a tarde. Foi quando ela abriu a bocarra daquela linda criança e falou em alto e bom tom, “esse seu dente tá com cárie!”. Juro, juro para vocês que a polenta pediu para ser cuidadosamente direcionada àquela moça, porém minha educação falou mais alto e, de praxe, comi a polenta tentando imaginar o porquê de ser tão indelicada, de ser um poço de falta de educação para com meu momento célebre (o almoço). Juntando fatos com teorias, pude classificá-la como um verdadeiro estraga prazer. Garanto que isso foi muito mais fácil que conseguir “plantar” uma mosca no prato dela, nada mais justo para ajudá-la a conter o apetite.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Pra quem não viu 2

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Perdendo no jogo...

... para uma mulher.

Competição.

Algo latente nos seres humanos. Quem disse que a vida não é uma competição?

Alguns estão mais acostumados com isso, outros menos. Mas todos competem.

A conquista não é uma competição? E, se bem praticada, não são os dois que saem ganhando?

Ouso dizer; competição é sexy!

Quem nunca jogou com uma mulher não sabe o que perde. Perder não está nos planos. Ganhar é palavra de ordem. Para ambos.

Entre uma carta e outra uma intensa troca de olhares, táticas para fazer o "adversário" perder a concentração, uma manhazinha aqui, um sorriso acolá. E no meio de tudo isso um sentimento, uníssono: não posso perder!

Resultado: perdi para ela. Delícia! No melhor sentido da palavra.

Durante uma partida pode haver muito em jogo para aqueles mais competitivos. E é aqui que entra a máxima: play the player, not the game. Jogar é astúcia. É frenesi. É sensação.

Qualquer que seja o jogo, a sensação de jogar com uma mulher é maravilhosa. E se for competitiva então, é formidável!

O clima fica tenso. Músculos se retraem. O sorriso ganha ares marotos. Tudo por causa do objetivo: seja ganhar ou perder (sim, perder pode ser um objetivo).

Ganhar ou perder é uma fantasia, é a chance de ter o "adversário" na mão.

E o jogo é o caminho. A sensação daquele friozinho na barriga, aquele anseio, aquele processo de... conquista.

É ver aquele que perdeu mordendo o lábio, pensando que podia ter dado mais de si... é ver a felicidade no olhar de quem ganhou... é ter saudade de quando se tinha controle do jogo... aquele silêncio onde quem mais fala são os olhos... é lindo.

Por isso: perdi, e foi uma delícia.

O belo sorriso da vencedora foi meu prêmio.

Jogar e competir tem seu lado sexy. As sensações causadas pela vitória ou pela derrota também podem ser sentidas em um abraço, um beijo, um aperto de mão...

A felicidade e o lindo olhar da vitória, a sensibilidade da derrota, o charme da competição e chance de uma revanche transformam o jogar em algo muito mais interessante e especial do que seu resultado... quando os dois jogadores saem ganhando.

Pensando assim, diferente, é que tenho a certeza que perder para uma mulher no jogo pode ser deveras delicioso.

 
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