quinta-feira, 23 de julho de 2009

Sobre Lugares e Amor

Nossos sentimentos estão estreitamente ligados aos lugares que frequentamos e pessoas que convivemos. Volta e meia frequento algum lugar no qual não frequentava à um bom tempo. O que é engraçado é que logo quando piso novamente em um lugar a primeira sensação que me dá é a de nostalgia, pois o lugar me reporta à sentimentos e pensamentos que já foram meus mas não estão tanto à tona como estavam há um ano atrás por exemplo (tipo a música dos Beatles, There are Places I Remember). São experiências interessantes, mas logo as emoções presentes sobressaem-se sobre as antigas e eles voltam para o seu lugar. Não que sejam menos importantes... Bom na maioria das vezes esses lugares são torneios de tênis, e é ai que entra o amor. Porque o amor é o diferencial, de um bom jogador com excelentes golpes e de um vencedor. O vencedor ama o jogo e o amor suporta e supera tudo. É o diferencial, jogar com amor. Isso seria uma boa filosofia de vida. Amar o que se é, o que se faz, quem e o que se tem. Mas amar não é fácil, o amor verdadeiro amor não se apega, e ai é o X da questão. Se amamos algo ou alguém tanto, e esse algo ou alguém seria mais feliz ou mais satisfatório sem a nossa presença nos os deixaríamos ir. O que me questiono é se nós deixamos ir não seria falta de amor próprio, assim como seria falta de amor próprio nos colocarmos em situações ou com pessoas que não são nossos verdadeiros amor. Complicado tudo isso. O amor é utópico? Bom, como diria nosso Rei, se chorei ou se sorri o importante é que emoções eu vivi!!

5 comentários:

Beto disse...

Conversamos sobre isso na terça!
Concordei em termos, contigo.. e agora ando discordando um pouco mais.

Falo por mim, jamais conseguiria abrir mão de algo tamanho amor que estivesse sentindo. "Te amo tanto que me interessa tua felicidade".
Sem hipocrisia, desconheço um ser humano dotado de capacidade de auto controle sobre o amor e a necessidade de "posse" (sem conotações negativas).

De qualquer forma, se isso existe ou existir, poderei denominar como um estado de espírito além do que já é conhecido pelos velhos tabus de um verdadeiro relacionamento.

Gustavo Kuerten disse...

Sempre o velho tênis!

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Anônimo disse...

auaaaaannnnn

Peter disse...

Bonito o texto.

Boa a base budista da prática do desapego e do questionamento: "não seria falta de amor próprio?"

Já disse aqui. Amor é construção.

Basta construir com dedicação uma base sólida, e ir adornando com os detalhes que deixam cada construção única e bela.

Em suma: construir com amor.

sweet apple disse...

Muitas dúvidas para quem sabe controlar os sentimentos...Amor utópico?eu diria que não, só acho que quando pensamos em amor, pensamos em algo difícil e distante.Mas como diria Hebert Viana:"saber amar, saber deixar alguém te amar"...

bju sa pirralha

 
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