domingo, 22 de novembro de 2009

A reengenharia do namoro

Fazer tudo do zero, criar o novo, esquecer vícios, adotar novas perspectivas... TODO DIA! Efetuar a reengenharia dentro de si (e do outro) em uma relação a dois é nada fácil, porém é essencial para galgar novas celebrações de datas e quiçá algo duradouro.

Fácil não é, porém poucos estão dispostos a fazerem sacrifícios (fora da rotina) em prol do benefício do(a) amado(a). Atitudes simples podem fornecer a combustão necessária para que a rotina não tome forma e vire um agregado, assim com sogra, cunhado, cachorro...

Sexta feira , ao realizar de carro um trajeto pessoal, me deparei com um roteiro que usualmente faço. Pensei que, assim como a rota que meu cérebro traçou, fazemos coisas muito mais automáticas e delicadas com o outro (amante). A forma de atender ao telefone, o jeito de receber um agrado, a maneira de como elogiar o seu cabelo, o tino de perceber como ela se arrumou para você. Podemos não notar, mas elas NOTAM! Se o piloto automático é mode ON, a cegueira necessita ser mode OFF. Para preservar algo, a reengenharia precisa estar presente do mesmo modo que lugares e programas precisam ser editados (pouco repetidos).

A mesmice, comumente falada, afeta todos os namoros, desde os sub até os desenvolvidos. É uma questão de tempo, de assimilar, de entender as diferenças temporais bem como os picos de humor.

Sexta feira presenciei uma cena em que um casal (faixa dos 34 anos), aparentemente apaixonados, discutiram (explicitamenmte) por besteira. Levantaram-se pagaram a conta (palavrões no ar) e foram embora distanciados um do outro, de modo que no meio de ambos houvesse espaço para o início de um novo casal. Discussões como essas infelizmente são normais, problemas de compreensão são inevitáveis, o que não pode ocorrer é a abstenção da reengenharia.

Flores em plena segunda-feira, uma ligação fora do horário comum, um e-mail dedicado, uma carta escrita à mão, um bombom escondido na gaveta, um post it na porta do closet, um alarme no celular. Diversas formar de começar do zero estão evidentes aos praticamente de um namoro antigo-atual.

Quem está disposto a conceder esses novos sentimentos certamente terá pela frente uma tranqüilidade maior se houver o interesse de amar infinitamente. Presentes como esses não custam, são fáceis de encontrar e estão a disposição de qualquer um.

O romantismo está presente, as oportunidades de ser feliz idem, resta a você saber utilizar as ferramentas para provocar suspiros, elaborar surpresas e o melhor, alimentar a saudade!

4 comentários:

Peter disse...

Pago Bem: analisando relacionamentos.

O que todos querem (homens e mulheres) é um amor aventureiro.

Não de fazer loucuras e peripécias mil, e sim fazer cada oportunidade, por mais simples que seja, uma memória para sempre.

É inventar o novo naquilo que já é cotidiano.

Ok. Sem hipocrisia. Isso é matéria para os dois amantes.

Muito embora a condução deva ser feita pelo homem (é o que elas esperam e o que a natureza nos impõe), reinventar um relacionamento é tarefa dos dois amantes.

Conduzir é uma coisa, aproveitar é outra, completamente diferente.

Quem inventa uma maneira de amar o amor irá aproveitar ele da melhor forma possível.

Abração.

Hitch disse...

É muito simples, porém nada usual.
Quem faz do amor uma prova diária, faz do namoro uma conquista todo dia.

Peter disse...

Oooo Hitch...

Pra mim esse é o conceito de viver o presente...

Pratique a impermanência e o desapego...

Teuso disse...

Peter faça o que eu digo e não o que faço! Vai meditar rapa! O Beto é o cara dos relacionamentos! Namorada de sorte!!

 
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