segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Eficiência e eficácia ... na maresia!

Não é de hoje que se discute a correlação entre as duas palavras acima referente à “balada”. Ser eficiente ou eficaz traduz duas características muito distintas para aquele assíduo freqüentador do meio noturno, do ambiente que envolve negociações, em sua maior parte, ganha ganha. Claro, nesse post não citaremos o tipo ganha-perde, pudera, todos ganhamos SEMPRE (ironia)! Ser eficiente na festa nem sempre produz excelentes resultados, é claro, dependendo do ponto de vista. A eficiência tem uma forte ligação com a zona de conforto. Sair do seu aconchegante canto, regado de álcool e companhias não é fácil, porém necessário! Um dia todos tivemos uma eficiência 100%, na época em que beijávamos somente laranjas ou espelhos (para as meninas). Em uma equação que se multiplica por zero, seria lógico que o resultado seria positivo. Pois bem, cresceríamos e enfrentaríamos o temido “toco”, o “fora”, o carão, como diria meu pai. A eficiência foi baixando até que todos nós emplacamos algum resultado positivo, mas atenção estamos falando em eficiência! A eficácia engloba um outro universo, o universo do “galo cinza”. 10 foras x 2 pegadas, 8 x 2 pegadas, 5 x 5 ... yeah man! 50% de efetividade. Mas e aí? Arrastou (como dizem os “meus amigos”)? Você passou por um estágio porém não pelo chefão da fase (relembrando o célebre Mario Bros). De que adianta aquela desenvoltura na pista de dança se o cara não emplaca uma fêmea? De que adianta aquele corpanzil se o cara gosta não gosta da fruta? Vamos direto ao assunto. O bala é a eficácia, o legal mesmo é o objetivo, o modo de como você vai atingir não importa. Esse final de semana na praia estava mirabolando o desenrolar desse post. Estava dando uma volta pelo centro e verifiquei uma dupla de meninas que esbanjava sensualidade em trajes minúsculos, atraía olhares de muita gente ao mesmo tempo em que esnobava times e mais grupos de rapazotes que ali investiam alguns minutos. Pensei em qual a estratégia delas, qual seria a intenção de atrair olhares e não conversas ou pessoas atraentes. Não consegui conclusões visto a confusão que elas fizeram em minha cabeça. Bom, não imaginava que mais tarde as veria na beira da praia circulando sem êxito. É lógico, de biquíni o cenário muda, e como! A concorrência era muito maior. A eficiência dos caras que chegaram nelas na beira da praia era muito superior daqueles que deram a cara à tapa na calada da noite. Espertas, aproveitadoras, malandras? Sei lá... só sei que a estratégia dos que esperaram um encontro à luz do dia foi muito mais bem bolada. Se rolou somente a obtenção da eficiência? Não sei... Se concluíram a eficácia? Duvido muito... agora, se fosse eu..... Viva o calor!

4 comentários:

Peter disse...

hahahahahahaha

Ah meu querido... o bicho pega no verão...

Mas, conceitualmente, o que é "eficiência", "eficácia" e efetividade"?

hehehehehe

Peter disse...

Tenho dito isso: relacionar-se é uma ciência. Exata. Não humana.

Beto disse...

se tu não entendes as entrelinhas... não sou eu que traduzi-las-ei para vossa pessoa

Beto disse...

eficiencia é ter um ataque forte... eficácia é fazer o gol!

Rá, entendeu?

a efetividade é o processo em si, aquele que transcorre entre a eficiência e a eficácia.

 
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