segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Comportamento de um homem após o primeiro encontro

Todas as mulheres tentam imaginar o que só o homem pena para controlar dentro de seu astúcio mundo macho. O que muitas não sabem, é que um turbilhão de pensamentos vem à tona. Como agir? O que falar? Para muitos, seria o apocalipse hormonal. Pois bem, elencarei algumas situações que homens (alguns amigos) pensam após o primeiro encontro. Tudo bem, coloquei algumas experiências de cunho pessoal.

1. Mando uma mensagem ou ligo amanhã?

Não é uma uma característica, apenas, masculina. Essa dúvida perambula universos de mini-saia e demais mentes, por vezes, ansiosas. O que de fato curioso é, é que nunca sabemos quando devemos agir em um novo ataque, não até sermos surpreendidos por uma mensagem ou até um toque à cobrar (chinelagem).

2. Dificuldade para dormir

Corriqueiro. Pensamentos acercad a roupa dela insistem em rodear nossos olhos. Como não mentalizar aquele belo jeans, ou aquela blusa que realçou, delicadamente suas formas e trejeitos femininos? Como não tecer opiniões sobre os adereços que ela, cuidadosamente, escolheu para saírmos naquele restaurtante que custou minha poupança, tentando impressioná-la? Como não admirar a mulher que abriu o coração com palavras doces, sutis e educadas?

3. O despertar repentino

Todos, eu digo TODOS já acordaram no meio da noite e olharam o celular tentando visualizar uma mensagem no meio da madrugada. Seria de extremo agrado poder ler uma mensagem no meio da noite dizendo que havia adorado o encontro. Muitas vezes enganamo-nos pensando: O sinal do celular está ruim, por isso ela não mandou mensagem; a bateria acabou. Pensar inúmeros motivos é comum, desencana!

4. O despertar

Após acordar, geralmente em horário diferente do acostumado, uma olhada no celular é costumeira. Atribui-se a esse comportamento a possibilidade de ela ter acordado antes dele, e, diferentemente dele, ter tomado a iniciativa de comentar o encontro.

5. O foco (no celular)

Essa é clássica. Até o mais desligado ser humano passa a andar com o celular no bolso durante o dia todo, esperando um sinal de vida dela. A todo instante que se olha a tela do aparelho, nota-se a hora, o que faz o dia prolongar umas 15 horas, mais ou menos. Vale lembrar que após os encontos, a bateria do celular dele vai durar poucas horas, afinal a cada instante que ele olha a tela, aciona a luz, consumindo carga. Dica: Tenha o carregador em mãos.

6. MSN

Se não bastasse aguardar uma mensagem no celular, ele vai pra frente do computador esperando vê-la online. Nesse momento duas dúvidas assolam sua vida: Mando mensagem OFF ou espero ela conectar? Pois bem, por mais que nada tenhas a fazer na internet, ele certamente vai abrir a tela do messenger por diversas vezes até vê-la no status verde.

7. A neurose

E se ela estiver online, porém invisível? Se isso procede, é por isso que ela não mandou mensagem para mim. Pronto, ela não curtiu!

Calma meu jovem, não morra antes do velório... A ansiedade vai te deixar careca, e, possivelmente, careca ela pode não te curtir.

8. A luz no fim do túnel

Pronto, ela deu sinal de vida. Como um passe de mágica ela apareceu no MSN e te deu oi sem que tu notastes. Após tanto tempo de angústia ela fala que esteve ocupada por estar com sua família e não deu tempo para um retorno da noite anterior. O papo encaixa e, naturalmente, surge a oportunidade de vocês se verem novamente.Após isso, é só voltar ao passo 1.

Quem nunca passou por isso?

Qualquer semelhança com a realidade não é mera coincidência, é a pura ansiedade.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Construir história

Um texto na linha: queremos um mundo melhor.

Tenho tido uma reflexão recorrente: como realmente somos?

Aqui mesmo já foi falado como o ser humano é competitivo, evoluído mas funcionando com base nas premissas que aprendeu ainda enquanto homem das cavernas, solidário... será?

Será que não somos cooperativos, pouco evoluídos e completamente independentes daquilo que aprendemos enquanto homens das cavernas e individualistas?

O que realmente somos?

Uma história

Nas últimas férias que tive viajei para lugares que sempre sonhei. Nestes lugares tive a oportunidade de reaprender história, visitando museus e lugares históricos. Em uma viagem conheci duas pessoas que tinham ido a um dos lugares mais estudados e comentados do mundo: Auschwitz.

Fiquei fascinado pela história e decidi que um dia iria conhecer um dos lugares que muitos sequer cogitam passar perto.

 O dia chegou.

Assisti muitos filmes, séries e documentários sobre guerra. Li livros que relatavam exatamente o que aconteceu nos anos de 1940 a 1945. Ouvi histórias assustadoras. Achei que sabia o horror que assombrou milhões de pessoas.

Nada.

Peço desculpas por falar assim, agora quero tentar descrever o impossível: a pior sensação do mundo.

Esqueça tudo que você pensa que sabe sobre sofrimento. Esqueça tudo que você sabe sobre crime. Esqueça tudo que você sabe sobre a vida e a morte.

Vi que o ser humano pode estar morto mesmo estando vivo. Ouvi o som assustador de vozes pedindo socorro. Senti o amargo sabor da morte.

Nada pode ser mais profundo, triste, deprimente, sorumbático, pesado e aniquilante do que o sofrimento daqueles que passaram por Auschwitz. Nada.

Pesquise o peso do que está por trás desta foto...

O homem é capaz de cometer atrocidades inexplicáveis. O homem é um ser que pode estender a mão para ajudar alguém, e, com essa mesma mão puxar um gatilho. O homem é um eterno paradoxo (escreverei sobre isso, ainda).

A História

Somos todos seres insatisfeitos. Nossa natureza faz com que sempre venhamos a querer aquilo que não temos.

A História nos prova isso. Basta olhar para os detalhes que a História nos mostra. Em um momento o homem é democrático. No momento seguinte, insatisfeito, o homem muda a sociedade e a história, virando um homem autoritário.

Insatisfeito, o homem autoritário vira um homem democrático. O novo homem democrático, insatisfeito, vira um homem autoritário.

O homem não possui conhecimento e discernimento para explicar certas coisas, atribuindo-as a vários deuses. Todos os deuses são substituídos por uma só entidade. A história prossegue, e os homens, insatisfeitos, voltam a acreditar em vários deuses. A continuação eu espero que você já tenha percebido...

O homem, paradoxal, desenvolve o ambiente em que vive, evoluindo em alguns aspectos e involuindo em outros. É o reflexo de sua insatisfação. Sir Mick Jagger já cantou: “you can’t always get what you want”.

E o que aprendemos com a história?

O aprendizado

O que o homem quer, verdadeiramente?

Satisfação. Satisfazer a si mesmo.

Procuramos trabalhar para realizar nossos sonhos. Buscamos explorar nossa vocação para satisfazer o nosso ego, o nosso eu interior que grita: “faça o que você gosta de fazer”.

Queremos garantir que, contrariando Sir Mick Jagger, conseguimos tudo aquilo que desejarmos. Queremos olhar as nossas realizações, queremos ouvir os parabéns dos outros e queremos sentir a sensação de estar plenamente satisfeitos.

Queremos deitar a cabeça no travesseiro e termos a certeza que fizemos aquilo que queríamos.

Não é?

Agora, o que nos impede de satisfazer todos os nossos interesses satisfazendo o interesse dos outros? Quem foi que disse que não posso ser um ser humano satisfeito ajudando os outros a satisfazer os seus desejos?

A história mostra que o homem é um ser social. Vivemos em sociedade e temos deveres para com aqueles que vivem conosco.

Somos responsáveis por nós e pelo grupo. É aquela máxima: meu limite acaba aonde começa o limite do outro.

O que falta para o homem é ter a percepção que o meu limite pode ser ampliado: não há limites para o limite.

Se meu limite acaba onde começa o do outro, se eu juntar-me ao outro o meu limite será ampliado.

Quanto mais pessoas buscam a mesma coisa, mais os limites se ampliam e deixam de ser limites, passando a ser catalisadores na conquista da nossa satisfação.

Em resumo: se todos desejarmos as mesmas coisas, a chance de potencializar nossa satisfação é exponencialmente aumentada. Basta tentar, pois o próprio Sir Mick Jagger já ensinou: “but if you try sometime, you just might find, you get what you need”.

O desejo

Eu aprendi com a história. Aprendi que devo aprender com a história, para não cometer os mesmos erros que cometi ou que outros cometeram. Aprendi que o futuro depende do que foi feito no passado.

O passado serve para a coisa mais importante: aprendizado.

Muito embora passado, a importância de olhar, ouvir e experimentar aquilo que já existiu é incomensurável. Em resumo: o passado é o pai do futuro.

Pais precisam ter experiência para educar seus filhos.

A história foi feita não para ser estudada, e sim compreendida.

Desejo que o mundo possa desejar a mesma coisa: aprender para construir.

Aqueles que me contaram a história de Auschwitz fizeram que eu refletisse e aprendesse. Eles foram seres humanos evoluídos, ajudando-me na minha evolução.

Eu contei essa história para outras pessoas, que resolveram conhecer a história e evoluir por conta própria.


A proposta

Propomos que venhamos a ser pessoas que buscam criar correntes positivas. Crie uma corrente positiva, e ajude outra pessoa no seu processo evolutivo. Crie a história que você deseja que seus filhos vivessem.

Pagamos bem por evolução.


 
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